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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Há um ano atrás...

Oi, tudo bem?

Na última semana, o sentimento que mais veio à tona foi... "Já? Como assim?". Há um ano atrás, era o dia do meu casamento!

Durante todos os dias da semana, eu tive aquele pensamento do que eu estava fazendo há um ano atrás: onde eu estava, como eu estava, com quem eu estava. Passado um ano, você me pergunta: faria de novo? Com certeza, sim.

Fato é que não existe casamento dos sonhos, não existe aquele negócio de "felizes para sempre". Acho que por isso que os contos de fadas acabam na cerimônia de casamento das princesas; depois disso, começa a realidade e nem sempre é tão legal.

Casamento dos sonhos é a luta diária, é a rotina que chega sem pedir licença, é acostumar com o "bafo matinal", com as TPMs constantes, com a dor de cabeça ou o mau humor que chega na hora mais indesejada. É lavar a louça, enquanto o outro enxuga; é sair correndo para recolher a roupa no varal porque começou a chover; é preferir o combo PSN (pizza/sofá/netflix) com o amor da sua vida à qualquer outro programa badalado de sábado à noite.

O nosso casamento foi simples e pequeno, sem festa e sem luxo. Não me arrependo de absolutamente nada e repetiria tudo exatamente da mesma forma. Foi tudo tão único, tão especial, tão a nossa cara... Nossa, só Deus mesmo para ter preparado tudo tão bem muito antes de nós até nos conhecermos. Foi realmente tudo feito por Ele, escrito por Ele... senão, não teria sido tão incrível.

Casamos com tudo, nossos convidados foram maravilhosos e nossa casa ficou o cantinho mais agradável do mundo. Eu amo cada detalhe. 

Casamento é um pulo no escuro, um passo de coragem. 

Casamento é somar, dividir e multiplicar, não subtrair.

Casamento é dizer sim para o combo completo: as melhores qualidades do mundo e os piores defeitos que está dentro de alguém. É conhecer o outro pelo olhar, é saber de cada mania e mesmo assim, não viver sem aquela mala sem alça que te faz a pessoa mais feliz do mundo.

Recomendo, indico e aprovo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Neguinha e suas histórias...

Oi, tudo bem?

Minha filha é uma figura. Uma baixinha invocada, meio poodle, meio schnauzer, com porte de fox paulistinha e a bondade de um pastor alemão. É, ela é uma vira lata.

Desde que chegou, adaptamos a baixinha a tomar banho no pet shop que tem na esquina de cima de casa. É perto, ela não fica com tanto medo de ir lá (porque ela morre de medo de sair na rua, sair de carro, sair na calçada, simplesmente SAIR. Já tentamos de tudo, mas ela não se adapta e a teoria do veterinário é que ela é assim porque foi abandonada).

Hoje, primeiro dia do ano, levei a baixinha para fazer barba-cabelo-e-bigode (literalmente, ela tem um bigodinho lindo e as sobrancelhas levantadas do Schnauzer). O garoto foi comigo porque ele estava com o carro no mecânico e não foi trabalhar de manhã. Cheguei lá e até dei um toque para mocinha não mexer nas unhas dela porque, da última vez, sangrou e eu me desesperei (como boa mãe judia que sou kkk).

Na hora que fomos buscar....

A mocinha veio toda delicada:

- Que lindinha ela, né?! Viu, vocês deram alguma coisa diferente para ela na virada?

- Não, não demos nada. Por quê?

-Ai, é porque a barriguinha dela tá fazendo muito barulho...brum, brum... e ela tá soltando gases.

...

(Sim, pausa para o silêncio. A moça faz a tosa em um pequeno cubículo que só cabe ela e a cachorra, praticamente. Não tem janelas para não correr o risco dos animais tentarem fugir....e minha filha querida fez o favor de PEIDAR lá dentro).

-Ah, sim...tadinha...vamos ver o que ela tem.

O garoto, a essa altura do campeonato, já estava de volta dentro do carro rolando de rir. Restou à minha pessoa ficar lá, pagar o banho e a tosa e terminar de passar o carão sozinha.

Mas, eu tenho que admitir: foi muito engraçado! kkkkkk


domingo, 1 de janeiro de 2017

Hum de janeiro de 2017

Oi, tudo bem?

Ano novo, vida novaaaa! Será?!

Minha virada de ano foi bem diferente desta vez; passei casada, com meu marido dormindo e minha filha de quatro patas encolhida embaixo da cama por causa dos fogos (ALERTA: você que solta rojões em final de ano, final de campeonato, festa junina...faça-me um favor de segurar o rojão na mão enquanto ele explode, assim você consegue sentir um pouco do que as crianças/animais/idosos sentem com o estrondo da sua diversão IDIOTA).

O último dia de 2016 foi pra lá de produtivo e eu consegui fazer todos os itens da minha listinha #alokadalista, com exceção da escova no cabelo que não deu para encarar por causa do calor. Ficamos no quarto à base de aparelhos: um ventilador de teto e um umidificador de ar e minha programação na tv se dividiu em Cartas para Julieta no Telecine Touch, A Gaiola das Loucas na BAND e uma apresentação da Orquestra do SESI na Canção Nova. 

Claro que fiz uma pausa na programação para fazer a minha oração de final de ano, com tanto para agradecer em 2016 e com alguns pedidos para 2017... foi uma pena não ter conseguido passar a virada do ano na igreja e nem ter conseguido ver o culto pelo Youtube, porque não foi transmitido ao vivo.


5, 4, 3, 2, 1... feliz ano novo! Na hora da virada, fiz a contagem com mammy pelo zapzap e ela foi a primeira pessoa para quem dei feliz ano novo - mesmo que pelo telefone. O garoto ainda estava acordando quando eu tive uma crise de choro quase igual a do ano passado. Ainda bem que correu tudo bem, no final das contas, e minha filha não ficou com tanto medo quanto eu esperava (apesar de ela ter tentado entrar no guarda roupa, nas minhas bolsas, atrás da privada, no rack da sala e ter feito xixi no chão do quarto de medo).


Mas o início do ano foi meio inusitado. Comecei o ano com uma mensagem de falecimento da sogra de um colega de trabalho que estava há mais de 90 dias no hospital. Primeira atividade do ano: ir no velório.

Depois do velório #tenso, fomos almoçar na mammy: lasanha com maminha com batatas e de sobremesa pêssego em caldas com creme de leite. Tirei a tarde de domingo para dormir e tirar todo o atraso de sono dos últimos dias. 

À noite, acabamos nem indo no culto e ficamos em casa entre a maratona Netflix e o Telecine. Finalmente, conseguimos ver até o final o tal filme Cinquenta Tons de Cinza, depois de duas tentativas frustradas de ver o filme e uma tentativa frustrada de ler o livro. E posso te dizer: foram quase duas horas das nossas vidas que nunca mais vamos recuperar... #desperdício

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Menos é mais - Vamos conversar sobre o consumo

Oi, tudo bem?

A saga do Menos é mais continua, minha gente! Em busca de uma vida mais leve, mais econômica e mais feliz! E tudo bem se alguém achar que isso é papo de quem está com a grana curta, passando fase de pobre e quer dar uma de cool. Ok, certo?! Pode dizer o que quiser, pensar o que quiser: a graça da filosofia minimalista é que você precisa se desapegar de tudo que for excesso na sua vida. E isso inclui pessoas também.

Hoje, eu peguei de novo para encarar meu guarda roupa, ver o que tenho, o que eu realmente uso, o que dá para reaproveitar como uma nova peça e o que merece ser doado (lógico, em estado de uso certo?! Nada de desapegar de tralha velha e querer deixar no bazar de caridade! #pelamor).

Tive que ser sincera comigo mesma e realmente só ficar com o que eu uso ou que tenha um grande valor sentimental; graças a Deus, os espaços entre os cabides ficaram mais frouxos e minha mente mais limpa. Ainda faltam mais 5 gavetas de roupas, mas já sinto o cheiro do progresso.

E isso me leva a repensar as compras que costumo fazer. A gente acaba saindo para compras no centro da cidade - no interior, que é meu caso - ou nos grandes shoppings das capitais e não paramos para pensar no que vamos consumir. Me diz aí: quantas vezes você já comprou alguma coisa que não precisava mesmo só porque estava na promoção? Pegou aquela blusa linda porque estava com um preço imperdível e nunca usou a bendita? Então, tá vendo?! Por isso precisamos falar sobre o consumismo, sobre essa febre de comprar-comprar-comprar, ter-ter-ter que nos leva a gastar o que não temos para termos o que não precisamos. Como cristãos, também temos o papel de pensar no meio ambiente, no planeta que Deus nos deu para cuidar. E precisamos avaliar como nossos gestos e nosso consumo desfreado está atingindo o mundo das próximas gerações. #filosófico mas necessário.

Hoje também, fazemos sete meses de casados. Jááááá? Jááááá. Passou muito rápido, rápido mesmo. Parece que foi ontem. E nossa convivência, com a graça e misericórdia de Deus, tem melhorado. Estou aprendendo aos poucos - confesso que bem aos poucos mesmo - a ser mais paciente, menos neurótica com dinheiro e ser mais carinhosa com o maridão. É, eu sou meio seca, zero romântica e a rotina cansativa do dia-a-dia acaba com o clima no final do dia, né?! Mas estamos ajustando nossos ponteiros e, pelo que converso com algumas amigas, parece que o começo é assim mesmo.

Também estou muito contente porque achei minha médica! Assim: eu tive uma péssima experiência com a primeira ginecologista que eu fui; depois, eu me consultei com outro médico que eu já tinha ido antes e fiquei bem mais à vontade com ele, mas ainda sim estava na dúvida porque é homem, né?! Pode me chamar de preconceituosa, antiquada, mas ainda acho que certas coisas são mais fáceis se for com mulher.

Com a graça de Deus, tenho uma amiga minha formada em Ginecologia e Obstetrícia, com excelente formação e que já atuou em outras cidades. E ela voltou para minha cidade!!! Agora, que está casada e com uma bebê linda de poucos meses, ela está atendendo na cidade e o melhor: atende pelo convênio do meu trabalho!!!! Yupiiiiiii.

Como tive aquele xilique no início do mês, eu precisava voltar em algum médico para pedir para refazer os exames para ver se a medicação tinha dado o resultado esperado. Aproveitando a oportunidade, já marquei uma consulta com ela para virar paciente e já tirei algumas dúvidas que eu estava sobre o anticoncepcional, os remédios que preciso tomar para as minhas crises de enxaqueca e também para pedir a contra-prova dos exames que fiz para ver se está tudo normal de novo. Foi muito bom ir lá, conversar com uma amiga de peito aberto, papo franco... ela é uma super profissional e o melhor: é minha amiga! Amei, amei, amei.

Bom, assim que terminar a faxina das roupas, posto as fotos e novidades aqui. E você aí: já está na vibe do menos é mais?

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O aquário

Oi, tudo bem?

Quem nunca quis ser Ariel, da Pequena Sereia, quando era criança levanta a mão!!!!

Bom, se você tem a minha idade ou é da minha geração e é menina - ou se identifica com as meninas - com certeza você nadou na piscina, na bacia ou no balde de casa pensando que era a pequena princesinha da Disney kkk

Eu sempre achei legal esse negócio de peixe, aquário e acho extremamente calmante aquele barulhinho de fonte de água. Aliás, adoraria conhecer o aquário de São Paulo e ver arraias, cavalos marinhos e toda a fauna marítima de pertinho. #alguemmeconvida?

Desde o meio do ano passado, o garoto começou a curtir essa praia de peixe e aquário porque ele meio que ganhou/comprou um pequeno aquário de um amigo super próximo, um dos nossos padrinhos de casamento. Foi daí que eu descobri que aquário não é tão simples e nem tão legal quanto parece: dá uma trabalho danado alinhar a biologia, medir o ph, a amônia, o cloro, conferir o oxigênio, cada espécie come uma coisa em uma hora diferente, cada um tem um hábito, nem todo peixe pode ficar misturado com outros...ufa, a lista vai longe.


Quando era criança, eu tive o Titanic, um beta vinho que durou exatamente os mesmos quatro dias que o navio. E, desde que fomos dividir o mesmo teto, eu ainda não tinha me identificado muito com essas coisinhas boiantes.

Mas, na última sexta, o garoto teve que fazer uma operação de guerra para separar algumas espécies que estavam brigando (aliás, pausa para o café: motivo de briga constante em casa é o bendito aquário e a quantidade de peixes e dinheiro que o garoto investe naquilo. Na verdade, nosso home office não tem um aquário: tem, praticamente, uma piscina de 200 litros para peixes).

Nessa faxina de última hora que ele teve que fazer, um telescópio preto que temos ficou assustado e foi nadar perto da mangueira de oxigênio e... a mangueira sugou o olhinho do bichinho. Conclusão: achei meu peixe de estimação.

Vos apresento... Cegueta!





Cegueta é um sobrevivente. O garoto me ligou no trabalho, desesperado pelo que tinha acontecido e se culpando porque o peixe não ia sobreviver, porque ele ia sangrar até a morte, ia ser atacado pelos outros por ser mais fraco... enfim, já deu para entender o drama, né?!

Deixamos Cegueta - ou Zoíudo, ainda não decidi - em um aquário improvisado em um balde, com bomba de oxigênio e muito sal grosso para cicatrizar o olhinho. E não que o pequeno sobreviveu?

Nos primeiros dias, ele ainda dava uma trombada nos enfeites, nos colegas de cel..ops, aquário. Mas, agora, ele segue o lema da Dory: "continue a nadar, continue a nadar".

E, por isso, ele ganhou um post especial e o meu coração.



terça-feira, 17 de maio de 2016

Menos é mais - parte II

Oi, tudo bem?

Puxa, fiquei muito feliz com a repercussão do post anterior. Quanta gente legal apareceu por aqui para comentar!!! Muito feliz mesmo.

Continuando a história do minimalismo - que se instalou por aqui - ficou faltando falar do quarto principal da casa no último post: lá foi onde eu gastei mais tempo para arrumar tudo.

Do dia que eu fiz a mudança para o novo cafofo até o feriado de Tiradentes - isso é praticamente dois meses - a única coisa que eu fiz foi juntar coisas: roupas, sapatos, coisas para arrumar, bolsas velhas, coisas que mammy ia dar embora. Só no feriado que consegui arrumar tempo - e disposição - para me trancar lá e arrumar de vez aquela zona kkk.

No guarda roupa que temos de seis portas, fizemos a seguinte divisão (da esquerda para a direita)

- No alto, fica minha mala linda roxa com as minhas mochilas e kits de viagem dentro; na parte de baixo, ficam os edredons (temos dois de solteiro) e os cobertores (dois de casal que cada um usa, porque em casa não dá certo dividir coberta por causa do estica-e-puxa durante a noite hehehe); depois vem a parte dos cabides, onde ficam as minhas roupas (ou parte delas hehehe) e no chão do guarda roupa deixei minha caixa de lembranças (onde guardo cartas de amigas, cartões...) e as poucas bolsas que tenho para usar no dia a dia.

- Nas portas do meio, deixamos a parte do alto para os presentes grandes que ganhamos repetidos e não conseguimos trocar; as prateleiras do meio são para os itens de cama e banho e dentro da portinha ficam o secador, chapinha, perfumes do garoto, bloco de anotação, xícara com canetas e outros cacarecos.

- Fizemos a seguinte divisão nas gavetas que tem no guarda roupa: a primeira gaveta ficou para roupas intímas do garoto, a segunda gaveta ficou com as minhas roupas intimas e a terceira gaveta ficou para as bermudas, calças de moletom e camisetas de dormir do garoto. No chão, ficaram as caixas que o garoto trouxe da casa dele com acessórios de carro, moto e informática.

- As portas da lateral direita ficaram para o garoto; no alto, fica a mala dele; as roupas dele (todas kkk) estão nos dois varões de cabides.



Temos a nossa querida cama queen que eu procuro manter sempre com o jogo de cama no mesmo tom (lençol e fronhas), mas não usamos colcha ou cobre leito porque não deu muito certo pra gente kkk. Como o quarto é pequeno, o s nossos "criados-mudos", na verdade, são dois banquinhos de plásticos que comprei em uma lojinha de cacarecos paraguaios aqui na minha cidade. Improvisei uma luminária - também paraguaia - para servir como abajour para minhas leituras à noite.



Na frente da nossa cama, o garoto fez questão de uma cômoda grande e alta para colocar a tv, dvd e alguns enfeitinhos meus kkk e as quatro gavetas estão com roupas minhas kkkk. A pequena sapateira da cômoda ficou para os poucos sapatos que o garoto tem (homem é uma beleza, né?!). Temos também um mancebo para pendurar as roupas em uso e o nosso umidificador que fica praticamente de enfeite ai kkkk.


Tentei manter as gavetas da cômoda com uma ordem lógica e aumentando o peso conforme elas ficam mais embaixo porque a "madeira" não é de muito boa qualidade, diferente do que nos foi prometido na loja. Primeiro, vem as roupas de frio (e as roupas de lã eu gosto de deixar dentro daqueles sacos organizadores a vácuo para evitar que peguem cheiro de poeira); depois vem a gaveta dos pijamas; depois a gaveta das blusinhas e camisetas e depois a gaveta mais pesada, das calças jeans.






Bem, é isso... o minimalismo na decoração e organização do meu querido e humilde cafofo... o que acharam? 

Menos é mais - parte II

Oi, tudo bem?

Puxa, fiquei muito feliz com a repercussão do post anterior. Quanta gente legal apareceu por aqui para comentar!!! Muito feliz mesmo.

Continuando a história do minimalismo - que se instalou por aqui - ficou faltando falar do quarto principal da casa no último post. É que lá foi onde eu gastei mais tempo para arrumar tudo.

Do dia que eu fiz a mudança para o novo cafofo até o feriado de Tiradentes - isso são praticamente dois meses - a única coisa que eu fiz foi juntar coisas: roupas, sapatos, coisas para arrumar, bolsas velhas, coisas que mammy ia dar embora. Só no feriado que consegui arrumar tempo - e disposição - para me trancar lá e arrumar de vez aquela zona kkk.

No guarda roupa que temos de seis portas, fizemos a seguinte divisão (da esquerda para a direita)

- No alto, fica minha mala linda roxa com as minhas mochilas e kits de viagem dentro; na parte de baixo, ficam os edredons (temos dois de solteiro) e os cobertores (dois de casal que cada um usa, porque em casa não dá certo dividir coberta por causa do estica-e-puxa durante a noite hehehe); depois vem a parte dos cabides, onde ficam as minhas roupas (ou parte delas hehehe) e no chão do guarda roupa deixei minha caixa de lembranças (onde guardo cartas de amigas, cartões...) e as poucas bolsas que tenho para usar no dia a dia.

- Nas portas do meio, deixamos a parte do alto para os presentes grandes que ganhamos repetidos e não conseguimos trocar; as prateleiras do meio são para os itens de cama e banho e dentro da portinha ficam o secador, chapinha, perfumes do garoto, bloco de anotação, xícara com canetas e outros cacarecos.

- Fizemos a seguinte divisão nas gavetas que tem no guarda roupa: a primeira gaveta ficou para roupas intímas do garoto, a segunda gaveta ficou com as minhas roupas intimas e a terceira gaveta ficou para as bermudas, calças de moletom e camisetas de dormir do garoto. No chão, ficaram as caixas que o garoto trouxe da casa dele com acessórios de carro, moto e informática.

- As portas da lateral direita ficaram para o garoto; no alto, fica a mala dele; as roupas dele (todas kkk) estão nos dois varões de cabides.



Temos a nossa queria cama queen que eu procurou manter sempre com o jogo de cama no mesmo tom (lençol e fronhas), mas não usamos colcha ou cobre leito porque não deu muito certo pra gente kkk. Como o quarto é pequeno, o nosso "criado-mudo" são dois banquinhos de plásticos que comprei em uma lojinha de cacarecos paraguaios aqui na minha cidade. Improvisei uma luminária - também paraguaia - para servir como abajour para minhas leituras à noite.



Na frente da nossa cama, o garoto fez questão de uma cômoda grande e alta para colocar a tv, dvd (alguns enfeitinhos meus kkk) e as quatro gavetas estão com roupas minhas kkkk. A pequena sapateira da cômoda ficou para os poucos sapatos que o garoto tem (homem é uma beleza, né?!). Temos também um mancebo para pendurar as roupas em uso e o nosso umidificador que fica praticamente de enfeite ai kkkk.


Tentei manter as gavetas da cômoda com uma ordem lógica e aumentando o peso conforme elas ficam mais embaixo porque a "madeira" não é de muito boa qualidade, diferente do que nos foi prometido na loja. Primeiro, vem as roupas de frio (e as roupas de lã eu gosto de deixar dentro daqueles sacos organizadores a vácuo para evitar que peguem cheiro de poeira); depois vem a gaveta dos pijamas; depois a gaveta das blusinhas e camisetas e depois a gaveta mais pesada, das calças jeans.






Bem, é isso... o minimalismo na decoração e organização do meu querido e humilde cafofo... o que acharam? 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Menos é mais - parte I

Oi, tudo bem?

A onda agora é o minimalismo. O desapego, destralhe, declutter e todos esses termos estão na moda nos blogs por aí. A crise bateu pesada em cima de quase todos nós e a palavra de ordem agora é economizar. E, é claro, que eu entrei nessa vibe também.

Depois que me casei e virei gente grande - ou quase, porque continuo com os meus míseros 1,62m - comecei a prestar mais ainda atenção no que eu gasto meu rico dinheirinho. Há mais de dez anos que já trabalho e pago minhas contas e sempre me orgulhei muito disso; mas quando a gente ainda mora com papai e mamãe, sempre tem aquela sensação de eles podem nos socorrer a qualquer momento, certo?! Então, agora que resolvi brincar de casinha para valer, percebi que preciso de mais atenção para administrar meu tempo e meu dinheiro.

Sim, minha gente, o tempo também precisa entrar nessa vibe também. Gastamos preciosos minutos em redes sociais que acabamos perdendo nosso tempo que poderia ter sido investido em outra coisa que nos acrescentasse algo ao final. Porque, vamos combinar, o que o Facebook nos acrecenta na maioria das vezes?

Então, no último feriado prolongado que tivemos, eu finalmente consegui terminar a mega faxina que estava fazendo nas minhas coisas que levei para o meu novo cafofo.

Esse post vai ficar meio grandinho... então, acho que vou dividir em alguns post menores para facilitar a leitura.

Decoração



Meu cafofo é bem minimalista desde a decoração: poucos móveis, poucos acessórios de decoração - para facilitar na hora de tirar o pó que é uma das piores e ingratas tarefas domésticas, na minha humilde opinião - e eu aproveitei para garantir que também não ter nada de tralha em casa.

Na sala, temos duas portas do rack, onde ficam guardados os dvds de filmes (só deixei os realmente relevantes e com boa qualidade de imagem. Na era do Netflix e do Megafilmeshd, não tem necessidade de ficar estocando dvd pirata em casa, certo?!), os cds de jogos de videogame, e alguns controles que são pouco usados como o controle do aparelho de som e do umidificador de ar.



Todos os ambientes da casa seguiram uma linha bem simples e clean, sem muito frufru porque era uma das coisas que mais me incomodava na casa de mammy:  o monte de armário e cacareco que ela tem, coisas acumuladas ao longo de tantos anos de casamento. Os itens de cozinha foram dados por mammy porque eu não quis fazer chá de cozinha, o que facilitou para comprar as coisas meio que parecidas em cores e marcas. Só que, claro que graças a Deus, ganhamos muito mais coisas do que esperávamos. Graças a Deus, as coisas realmente necessárias na cozinha couberam direitinho nos armários e o que era presente excedente (tipo jogo de xícara, tigelas maiores) foram para uma caixa de papelão do umidificador que fica no nosso home office.


Nos gavetões do armário da pia, deu para colocar alguns eletrodomésticos e itens de produtos de limpezas, enquanto os tapetes/panos/vassouras ficaram no armário de fora da lavanderia.








Os armários do banheiro foram uma mão-na-roda para organizar as coisas. O banheiro social ficou para mim, enquanto que o banheiro da suíte ficou para o garoto. No banheiro social, eu comprei aqueles porta-frios de 1,99 para separar minhas maquiagens por tipo kkk. Criativo, né?! Daí, eu usei as cestinhas de 1,99 também para separar os lacinhos e presilhas na gaveta. No nicho do banheiro, ficam as coisas que mais uso na hora do banho (ou que deveria usar, se fosse tão vaidosa quanto pareço kkk).


Banheiro de homem tem bem menos coisas, né?! Então, eu aproveitei o armário do garoto para guardar os itens da dispensa referente aos materiais de higiene. As coisas maiores ficam dentro do armário e os itens menores ficam na gaveta.

No home office, além do aquário/piscina dos peixes do garoto kkk, eu fiz questão de comprar uma estante e um armário multiuso para guardar os sapatos, pastas de documentos e meus queridos livros que finalmente encontraram um lugar ao sol!




Por fim, o último cômodo da casa a ser organizado foi o quarto principal. Mas, isso vem depois...

sábado, 2 de abril de 2016

Corra Lola, corra

Oi, tudo bem?

Bom, as coisas pareciam que iam ser melhores... #sqn

O garoto ficou três dias fora trabalhando e eu pensei que ia curtir pra caramba a breve vida de solteira. #sqn

Ele voltou e eu achei que a gente ia se acertar e tudo ia ficar legal, #sqn

A nossa rotina anda meio enrolada, a gente não se entende muito com os horários e a sintonia a dois ainda está demorando para pegar no tranco.

E eu tinha a doce ilusão que estava me sentindo meio frustrada com tudo porque não tinha uma baixinha de 4 patas em casa.

Eu sempre tive cachorro; quando estava na barriga de mammy ainda, ela adotou a Bolinha da rua... meu pai quase atropelou ela no meio da noite e levou a pequenininha pra casa e, óbvio, ela ficou de vez. Era uma lady.

Então, era óbvio ligar minha frustração ao fato de que estou morando em uma casa com uma pessoa e sete peixes. Sem cachorro. Sem companhia. Sem ninguém para me abanar o rabinho - apesar do garoto bem tentar fazer isso do jeito dele kkkk

Participo de vários grupos de doação de cães na minha cidade, pessoas que recolhem cachorrinhos de rua, pessoas que perdem seus cachorros e por esses dias apareceu uma cachorrinha muito fofa que me interessou e, de comum acordo com o garoto, fomos atrás.

Chegando na casa da "doadora"... bem...a situação não era exatamente como eu esperava. A cachorrinha foi abandonada por um cara que foi embora da cidade e a deixou com a vizinha com a promessa de voltar para buscá-la #sqn 

Mas a história não pára por ai. Além da cachorrinha ser bem maior do que parecia na foto, ela tem um irmão enorme que foi criado junto com ela desde pequena e que ela é super apegada. A "doadora" queria que a gente levasse os dois, mas a gente explicou para ela que não tínhamos condições.

A princípio, eu assustei com o tamanho dela e o garoto assustou com a coceira que ela estava no corpo. E ainda tinha o fator irmão, do qual ela não desgrudava de jeito nenhum. A "doadora" foi muito "boazinha": ou vocês levam ela ou eu vou soltar ela na rua. Com tantas alternativas, a gente resolveu trazê-la pra casa.

E... eu percebi... com muita dor no coração... que eu não nasci para ter cachorro em casa. Eu amo a Nininha e ela sempre vai ser a minha Tatinha querida, meu pudim de estimação. Mas eu nasci para estragar cachorro, para ensinar coisa errada, para fazer farra. Não tenho muito paciência para educar e acabei dando mais bronca nela nas poucas horas que ela estava em casa do que o garoto.

Ela foi bem arisca no carro e não parou um minuto quando chegou em casa: andava para lá e para cá, choramigando, parecendo que estava procurando o irmão. Quando resolvemos testar de deixar ela sozinha no quartinho dela.... ahuuuuuuuuuu!!! Ela começou uivar alto, sem parar. O garoto ainda tentou deixar a luz da lavanderia acesa, mas não adiantou.

**Daí, nosso vizinho veio nos perguntar se estávamos com cachorrinho novo porque estava fazendo barulho e o bebê dele tinha acabado de pegar no sono.

Foi o suficiente para eu entrar em pânico, começar a chorar e o garoto resolver bancar o macho-alfa pelo menos uma vez na vida. Pegou a garotinha, colocou no carro e levou de volta.

Chegando lá, a "doadora" já tinha ido embora e estava apenas o marido dela que tem lanchonete na mesma rua. A história contada por ele divergiu um pouco da versão dela: a cachorra fica na rua mesmo porque a família que ficou com ela não a trata muito bem. Eles ficam com eles dentro de casa para evitar que eles avancem nos clientes da lanchonete. Eu até estranhei que, quando chegamos de volta lá, a cachorra não parava quieta dentro do carro e, na hora que eu desci com ela, ela disparou na rua e foi embora. Minutos depois, ela reapareceu e ficou se esbaldando na pracinha, se esfregando na grama e nem deu bola pro pessoal da lanchonete. Se fosse mesmo uma cachorra de dentro de casa como ela tinha dito, acho que o mínimo que ela iria fazer era corrrer pro portão da casa dela, certo?!

Enfim, nossa primeira tentativa de ter um cachorro durou cerca de duas longas e difíceis horas. Voltamos, tentamos sair para comer mas já estava tudo fechado e o garoto acabou fazendo lanche em casa mesmo. 

Continuem torcendo pela gente, ok?!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Ainda correndo atrás do rabinho

Oi, tudo bem?

Puxa, eu sei que deveria ter voltado antes para contar tudo sobre o meu novo status - CASADA - mas não tenho tido muito tempo para isso. Na verdade, eu acho que até tenho tempo mas o problema maior está em organizar tantas coisas para fazer ao mesmo tempo.

Com certeza, eu sei que sou mulher porque consigo fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Tipo, as tarefas da casa: enquanto a roupa lava na máquina, a fritura está na AirFryer, o arroz está na panela e eu estou tomando banho, enquanto baixo o último episódio da minha série para ver. Viu, que chique!?

Ainda não consegui me organizar dentro do tempo que eu tenho e isso está me incomodando bastante. Já percebi que nas semanas que eu páro para fazer alguma coisa só minha, eu acabo me sentindo melhor. Mas com a correria trabalho/casa/casamento/família/amigos/igreja... ufa, não me sobra muito tempo mesmo.

Estou completamente sem assunto para escrever aqui. Comecei o 2º volume da saga da família Baxter - Lembrança - mas não passei da página 50 ainda; e olha que o livro parece ser muito bom. Essa semana eu até pensei que ia conseguir me dar um tempo porque o garoto foi trabalhar em outra cidade e ficou 3 dias fora. 

No primeiro dia - é óbvio - dormi na casa de mammy para matar a saudade dos papos até altas horas da noite e da tv por assinatura. Até fiz uma faxina para ela durante o dia e foi meio estranho porque algumas coisas não estão mais como estavam antes, no mesmo lugar, do mesmo jeito. Mas, sendo bem sincera, não estranhei a casa como algumas pessoas me falaram; até gostei da sensação de voltar.

Mas no segundo dia eu tinha intenção de dormir sozinha em casa para experimentar um pouquinho de liberdade e solidão. Mas quem disse que eu consegui? Pappy ficou me enchendo o saco - parece que ainda tenho 5 anos - e fez que fez que mammy foi dormir lá comigo. Ela teve que dormir no sofá da sala e até gostou da experiência, mas eu fiquei bastante chateada porque não tive a chance de ficar um pouco sozinha. Sei que parece que estou reclamando de barriga cheia - e acho que estou mesmo - mas às vezes parece que ninguém quer me deixar crescer.

A convivência com o garoto não anda fácil... deve ser a tal adaptação do primeiro ano... estamos realmente tendo alguns problemas chatinhos, que incomodam... coisas que não são tão graves quanto a gente olha de cabeça fria... mas que enchem o saco quando estamos de cabeça quente... e tem toda uma adaptação para fazer né?! Toda a intimidade, os costumes de cada um, o jeito de cada um... ufa, dá pra cansar só de listar as coisas. 

Vai ver que é por isso que não estou escrevendo tanto aqui: não tenho tanta coisa para contar e não vou ficar listando meu cantinho com reclamações e problemas. Até porque tem problemas que só competem à mim e à ele para resolver.

Torçam pela gente!

sábado, 19 de março de 2016

Já 20 de março?

Oi, tudo bem?

Amanhã já 20 de março, confere produção? Uau, como passou rápido o primeiro mês de casada!


Já teve quem me pedisse um post sobre a rotina de casada. Sinceramente, ainda não tinha escrito por falta de tempo kkk. Nos primeiros dias - ou semanas, quem sabe?! -  me senti correndo atrás do rabinho kkk. Quem aí já casou, juntou, ou simplesmente saiu da casa dos pais? O começo é assim mesmo, né?! A gente fica meio perdido com tanta novidade, tanta coisa para fazer kkk.

Bom, quando chegamos de viagem no dia 25, estávamos bem... assim... literalmente... acabados. Foram mais de 12 horas sentados entre van, avião e ônibus e tudo que eu sonhava era um colchão confortável. 

Béééééééééééén #sqn. 

A primeira noite oficial no meu novo cafofo não foi muito fácil porque a adaptação na nova cama, dividida com outro ser kkk, foi... assim... como dizer... complicada. O garoto dorme com o braço direito estendido pro lado esquerdo: onde eu durmo! Isso rendeu alguns tapas na minha testa no meio da noite kkk. Eu sempre dormi em colchão de espuma - daqueles bem velhinhos que a espuma já formou o buraquinho no molde do seu corpo, sabe?! - e não está sendo fácil acostumar minha coluna de 33 anos a um colchão de mola LFK e alto para burro - o que me faz pensar que uma queda da cama pode gerar um traumatismo craniano na pessoa aqui.

Os primeiros dias, como já falei, foram correr atrás do rabo: a gente começa realmente a usar a casa e as coisas que tem dentro e começa perceber que falta almofada no sofá, um mouse pro notebook, um cabo HDMI para tv, um puff para sala, instalar uma nova tomada em tal parede... ufa! Ainda bem que Deus foi muuuito maravilhoso e abençoou nossos queridos convidados que nos deram muuuitos presentes - até repetidos! - e a gente precisou comprar mesmo só dois itens: um armário multiuso para guardar meus sapatos e pastas de documentos, e uma estante para, finalmente, meus queridos bebês (leia-se livros) terem um lugar ao Sol!!!!

Os demais itens todos vieram de presente! E ainda sobrou 2 batedeiras, 2 liquidificadores e 1 sanduicheira que não deu para trocar e nem passar para as mães: mammy ficou com 1 batedeira e 1 panela elétrica que ela exigiu pagar, ao invés de ganhar de mim.

Como cozinheira, confesso que me surpreendi para caramba comigo mesma: consegui organizar um cardápio para as 4 primeiras semanas de casa e estou me virando bem na cozinha, administrando as compras da semana e evitando repetir pratos, coisa que o garoto sempre se queixou da casa dele.

A díficil e misteriosa arte de lavar roupa já não é tão misteriosa mais: branco com branco, preto com preto, coloridas a parte por via das dúvidas. Sigo o fluxo tanquinho-máquina de lavar-varal. Troco a água do tanquinho e parto para os "particulares": roupas de cama, mesa e banho, seguindo a mesma sequência de cores. Troco a água de novo e sigo para os tapetes e panos de limpeza. Ufa!!!

Acho que a parte mais complicada é administrar o dinheiro. Graças a Deus, eu já era bem independente de solteira - trampo há doze anos e sempre consegui pagar minhas contas e ainda ajudar em casa (para quem é cristão e dizimista, sabe que Deus ajuda e muito certo?! Para quem não é, experimente dedicar 10% do seu dindin mensal para caridade, para ajudar alguém. Pode ter certeza que isso vai contribuir para o seu dindin render mais - desde que você também tenha juízo com os outros 90% né?! Deus faz milagre, mas não é bom abusar da bondade Divina hehehe).

Até o momento, está tudo sob controle e dentro do esperado, com exceção das nossas saídas para comer fora... Gente, gastei o dobro do esperado! E ainda não conseguimos instalar telefone fixo e tv por assinatura - mas estou me virando muito bem com o Netflix kkk.

A convivência com o garoto tem sido relativamente boa. A adaptação não costuma ser fácil mesmo, pelos relatos de conhecidos. Tem dias bons, tem dias não tão bons, tem dias ruins. Sinto muita falta da casa de mammy ainda - o que me leva pensar que não casei com a maturidade que eu achava que tinha - mas estou conseguindo achar meu rumo. Principalmente porque percebi que realmente me incomoda passar o dia fazendo só coisas de casa: nos dias que consigo dedicar um tempo pra mim com uma boa caminhada, uma leitura agradável e depois vou fazer as coisas da casa, percebo que fico mais feliz. Acho que meu lado militante feminista não aceita ser do lar kkk. Graças a Deus, continuo trabalhando e meu horário facilita muito as coisas porque tenho tempo para fazer praticamente tudo durante a semana e o final de semana fica para descansar mesmo.

Hum, o que mais querem saber, hein?! 

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Tlinta e tlês vem aí!

Oi, tudo bem?

Primeiro aniversário como uma senhora casada. Tlinta e tlês - como diria o Cebolinha e como eu dizia quando era pequena... fui aprender a usar o R direito lá pelos oito anos de idade.

Desde sexta que estamos em terra firme, na nossa cidade, na nossa casa, com nossa família, estamos nos dedicando a arrumar o cafofo e ir atrás das coisas que faltam para fazer dali o nosso lar.

Fiz a minha mudança na sexta com a ajuda de mammy e, no meio do processo, fomos premiados com o acidente do garoto. Ele fez o favor de perder a carteira com cartão,dinheiro, documento e a senha do banco junto - é que ele trocou de cartão na semana passada e ainda não tinha memorizado a senha nova.

Desespero total, refizemos todo o trajeto de carro e eu fiz o caminho também a pé para olhar bueiros, chutar grama e ver se ela não estava caída em algum canto. E nada.

Fomos na primeira delegacia e o policial com cara de b**** se recusou a nos atender porque estava em troca de turno. Tivemos que ir para outra delegacia e ele ainda teve a cara de pau de dizer "de nada" quando eu saí. Fiz questão de responder "não tenho nada a agradecer porque você não fez nada" e só não estendi o papo porque não queria ser presa por desacato.

Na segunda delegacia, também estavam trocando de turno mas o policial foi bem mais atencioso e nos pediu para aguardar por vinte minutos que ele faria o boletim de ocorrência com a hora correta.

Nesse meio tempo, tentamos falar com pappy para anunciar no rádio mas ele não atendia. Então, o garoto ligou para mãe dele e, no meio da ligação, chegou um casal na casa dela com a carteira do garoto. Intacta. Com tudo dentro.

Eles a encontraram no trajeto que refizemos e, como tinha o documento do carro, eles foram até uma auto escola para descobrir o endereço e devolvê-la. Dei R$ 50,00 de gratificação para eles e nem sabia como agradecer a Deus por tamanho livramento!!! Deus seja Louvado!!! Glórias somente ao Senhor Jesus!!!

No sábado, fiz minha primeira compra da semana para o cardápio que programei e mammy me iniciou no maravilhoso mundo da área de serviço com lavadora, tanquinho e etc. Lavei duas malas de roupas da viagem sob a orientação da madre superiora e deu tudo certo, se não fosse pela chuva à noite que molhou tudo que estava quase seco. Marinheira de primeira viagem!

Fomos jantar na casa de um casal amigo e ficamos até uma e meia da manhã!!! Sem pappy regulando meu horário!!!! Glória a Deus pela minha liberdade!!!

Meu aniversário foi no domingo e fui almoçar lasanha na mammy... foi gostoso, mas estranho porque eu era visita na casa que era minha até semana passada. Depois, o garoto quis ir no churrasco da família dele e, por fim, não paramos na nossa casa o dia todo.

Lógico que fui no culto à noite para agradecer tudo que Deus nos fez nos últimos dias e fui super bem recepcionada por todos, inclusive pelo pastor que fica mais querido a cada dia.

Achei a transmissão do Oscar pela internet, mas foi na Globo - com os hilários comentários de Glória Pires - que vi o Leo DiCaprio ganhar o Oscar!!! Tudo de bom!!!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Gramado - dia 5

Oi, tudo bem?

Graças a Deus, chegou o dia de voltar para casa. Já começamos bem porque tinha água quente no quarto pro meu banho, mas não tinha mais no banho do garoto. O coitado tomou banho gelado às cinco da manhã na Serra Gaúcha por causa daquela porcaria de hotel!

Viemos feliz da vida para casa e eu nem passei mal no avião como na ida; já o garoto, teve naúsea, tontura e muita dor no ouvido, principalmente na hora do pouso em Campinas.


Atacamos um macarrão com bife por apenas R$ 100,00 - vamos combinar que comida de aeroporto é cotada em EURO, não é possível! Conseguimos pegar o táxi certinho para rodoviária e, na rodoviária, conseguimos comprar as passagens do busão para casa. Glória a Deus!!!

O garoto ficou irreconhecidamente melhor em terra firme. Pappy e mammy foram nos buscar na rodoviária e jantamos na casa deles, antes de vir pra nossa. Que estranho!!! Mammy pareceu estar bem e me abraçou de um jeito que eu nunca senti antes. Pappy estava chorão como sempre. Até a Nina nos recebeu de forma diferente. Depois, passamos na casa dos pais deles e, finalmente, fomos para nosso cafofo.

Daí, veio outro nó na garganta que eu consegui segurar para não preocupar o garoto. Não vai ser fácil se acostumar com essa vida de gente grande! Mas, que Deus me ajude!

Quer saber sobre nosso último dia em Gramado? Vem aqui.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Gramado - dia 4

Oi, tudo bem?

De ressaca do dia anterior que não foi nada legal, nem criamos muitas expectativas para o último dia na cidade.

Fomos no Lago Negro - que a gente já tinha visto à noite no dia 2 - e fizemos o passeio do pedalinho que foi bem legal e ajudou a exercitar as perninhas hehehe.


Deixamos as compras das lembrancinhas para o último dia. Afinal, foi o dia que eu estava melhor de saúde e o garoto quase. Eu tive outros dois machucados na cintura igual o que apareceu uns dias antes de casar. Só que, dessa vez, eu tive um médico de plantão: o garoto. Ele ficou comigo no chuveiro quente, pelando, por quase 40 minutos até a pele amolecer bem e ele conseguir espremer todo o pus que estava parado lá. Depois, passou leite em um dos machucados que a gente sabia que era resultado de uma picada de formiga na Estação Ferroviária que fizemos as fotos pós-casamento. E não é que o negócio melhorou?

Lógico que queria ter trazido muito chocolate para todo mundo, mas não deu muito certo por causa do calor. De dia, tínhamos temperaturas de 35 graus e à noite as temperaturas despencavam para 16. Então, não dava para garantir que eles chegariam inteiros e sem nenhuma deformação na nossa cidade. Fora que sobrou muito doce do casamento e minha família nem quer ver chocolate na frente. Optei por imãs de geladeira, camisetas e barras de chocolates simples para trazer para as pessoas queridas.

Tivemos que voltar para o hotel no meio da tarde porque o garoto estava passando mal e demos de cara com nosso quarto sem arrumar às 3 da tarde. Tive que ligar na recepção por duas vezes para camareira aparecer para arrumar o quarto, enquanto ele passava mal na cadeira porque não tinha onde deitar.

Não saímos à noite e curtimos o ofurô do hotel pela última vez. No meio da noite, durante nosso momento, tivemos uma visita desagradável: uma aranha! Sim, uma aranha enorme apareceu na parede do quarto e estragou a noite. Desculpem pela foto de baixa qualidade, mas não deu para caprichar no ângulo por causa do medo. A camareira que veio para dar um fim na praga, chegou apenas com uma vassoura e disse que não podia matar a coisa por causa do IBAMA, Ah, minha  filha conta outra, né?! IBAMA pra mim é para arara, tucano, lobo-guará.



Desci no lobby do hotel de roupão molhado, fio dental preto e descalça. Exigi que a recepcionista nos trocasse de quarto, uma vez que eu não ia dormir com aquela coisa embaixo da minha cama. Ela nos mudou para um quarto bem inferior e quase que perdi minha camisola que a camareira não recolheu. 

Mas os doces do casamento que íamos deixar de agradecimento pela equipe, eles não esqueceram de passar a mão. Ah, acho que não falei o nome do hotel, né!? Wish Serrano Resort - não se hospedem lá!

Quer saber sobre o dia anterior? Vem aqui.