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domingo, 1 de janeiro de 2017

Hum de janeiro de 2017

Oi, tudo bem?

Ano novo, vida novaaaa! Será?!

Minha virada de ano foi bem diferente desta vez; passei casada, com meu marido dormindo e minha filha de quatro patas encolhida embaixo da cama por causa dos fogos (ALERTA: você que solta rojões em final de ano, final de campeonato, festa junina...faça-me um favor de segurar o rojão na mão enquanto ele explode, assim você consegue sentir um pouco do que as crianças/animais/idosos sentem com o estrondo da sua diversão IDIOTA).

O último dia de 2016 foi pra lá de produtivo e eu consegui fazer todos os itens da minha listinha #alokadalista, com exceção da escova no cabelo que não deu para encarar por causa do calor. Ficamos no quarto à base de aparelhos: um ventilador de teto e um umidificador de ar e minha programação na tv se dividiu em Cartas para Julieta no Telecine Touch, A Gaiola das Loucas na BAND e uma apresentação da Orquestra do SESI na Canção Nova. 

Claro que fiz uma pausa na programação para fazer a minha oração de final de ano, com tanto para agradecer em 2016 e com alguns pedidos para 2017... foi uma pena não ter conseguido passar a virada do ano na igreja e nem ter conseguido ver o culto pelo Youtube, porque não foi transmitido ao vivo.


5, 4, 3, 2, 1... feliz ano novo! Na hora da virada, fiz a contagem com mammy pelo zapzap e ela foi a primeira pessoa para quem dei feliz ano novo - mesmo que pelo telefone. O garoto ainda estava acordando quando eu tive uma crise de choro quase igual a do ano passado. Ainda bem que correu tudo bem, no final das contas, e minha filha não ficou com tanto medo quanto eu esperava (apesar de ela ter tentado entrar no guarda roupa, nas minhas bolsas, atrás da privada, no rack da sala e ter feito xixi no chão do quarto de medo).


Mas o início do ano foi meio inusitado. Comecei o ano com uma mensagem de falecimento da sogra de um colega de trabalho que estava há mais de 90 dias no hospital. Primeira atividade do ano: ir no velório.

Depois do velório #tenso, fomos almoçar na mammy: lasanha com maminha com batatas e de sobremesa pêssego em caldas com creme de leite. Tirei a tarde de domingo para dormir e tirar todo o atraso de sono dos últimos dias. 

À noite, acabamos nem indo no culto e ficamos em casa entre a maratona Netflix e o Telecine. Finalmente, conseguimos ver até o final o tal filme Cinquenta Tons de Cinza, depois de duas tentativas frustradas de ver o filme e uma tentativa frustrada de ler o livro. E posso te dizer: foram quase duas horas das nossas vidas que nunca mais vamos recuperar... #desperdício

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Gramado - dia 5

Oi, tudo bem?

Graças a Deus, chegou o dia de voltar para casa. Já começamos bem porque tinha água quente no quarto pro meu banho, mas não tinha mais no banho do garoto. O coitado tomou banho gelado às cinco da manhã na Serra Gaúcha por causa daquela porcaria de hotel!

Viemos feliz da vida para casa e eu nem passei mal no avião como na ida; já o garoto, teve naúsea, tontura e muita dor no ouvido, principalmente na hora do pouso em Campinas.


Atacamos um macarrão com bife por apenas R$ 100,00 - vamos combinar que comida de aeroporto é cotada em EURO, não é possível! Conseguimos pegar o táxi certinho para rodoviária e, na rodoviária, conseguimos comprar as passagens do busão para casa. Glória a Deus!!!

O garoto ficou irreconhecidamente melhor em terra firme. Pappy e mammy foram nos buscar na rodoviária e jantamos na casa deles, antes de vir pra nossa. Que estranho!!! Mammy pareceu estar bem e me abraçou de um jeito que eu nunca senti antes. Pappy estava chorão como sempre. Até a Nina nos recebeu de forma diferente. Depois, passamos na casa dos pais deles e, finalmente, fomos para nosso cafofo.

Daí, veio outro nó na garganta que eu consegui segurar para não preocupar o garoto. Não vai ser fácil se acostumar com essa vida de gente grande! Mas, que Deus me ajude!

Quer saber sobre nosso último dia em Gramado? Vem aqui.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

#OperacaoCasamento - Detalhes do grande dia

Oi, tudo bem?

Desculpe-me pelo meu breve sumiço, mas é totalmente justificável e até perdoável porque me casei dia 20 e estava em lua de mel.

O tal grande dia foi bem tranquilo e me surpreendi porque fiquei mais calma que o esperado. Fui no salão já cedo para dar uma de Dona Florinda e colocar bobs nos cachinhos, além de encarar 40 minutos no secador, mesmo com a temperatura ambiente nos 35 graus. 

Durante a tarde, fiquei em casa curtindo mammy e pappy e a dor e a saudade foram aumentando... A gente terminou de fazer as malas e levamos para casa nova. Ui, que momento difícil!

No final da tarde, fui no salão com a mudança toda: vestido, sapato, enfeites de cabelos, brincos, desodorante, perfume, cílios postiços. Quanta tralha!!! Foi muito legal porque a maioria das minhas madrinhas estavam lá e foi uma farra só; além disso, uma grande amiga minha estava lá para registrar tudo junto com a equipe que foi contratada.


Acabei ficando pronta vinte minutos antes da hora da cerimônia e, como o carro da noiva já estava lá esperando, fomos para igreja bem devargazinho para esperar a hora do espetáculo.

Achei a igreja relativamente cheia: não estava abarrotada como o garoto esperava e nem estava tão vazia quanto gostaria. Para ser sincera, lembro apenas da pregação do pastor que foi baseada em 1 Coríntios 13, o capítulo do amor. Para quem não sabe, Monte Castelo do Legião Urbana é baseado neste capítulo bíblico. O garoto sempre quis que esse texto fosse falado no casamento, mas eu não achei legal pedir pro pastor falar: queria que fosse falado o que Deus tivesse planejado. E claro que Ele não decepcionou e nos falou o que queríamos ouvir!!!

O garoto deu uma travada nos votos, mas acho que ninguém percebeu e eu desmanchei chorar na hora de cumprimentar mammy, além de que eu dei uma leve prensa em pappy na hora de cumprimentar e disse que ele tinha obrigação de cuidar bem dela porque eu não ia mais raestar por perto. Ele perguntou se tinha me decepcionado alguma vez... preferi não estender a conversa.

Cumprimentamos várias pessoas na saída, mas acho que nem todos os presentes pararam para nos cumprimentar ou para pegar a caixinha de doces porque sobrou muito doce para trazer para casa. Saímos para fazer as fotos na Estação Ferroviária da cidade e eu não estou muito animada com essas fotos porque os fotográfos ficavam nos perguntando como queríamos as fotos, mas a gente não é profissional e não tem muitas ideias - eles deveriam fazer essa parte. Ainda bem que teve a Mirys para fazer as fotos da cerimônia!!!

No final da sessão de fotos, teve chuva para coroar a nossa noite. E teve também sapo e formiga na linha do trem que me rendeu uma picada infeccionada bem na bunda durante a lua de mel.

Fomos para nossa nova casa e nem tive coragem de entrar com o vestido porque estava completamente cheio de barro.... o primeiro strip pro maridão foi na garagem mesmo kkkk

Nem deu tempo de dormir antes de viajar... comemos o rango que mammy deixou pra gente e ficamos vendo Ratatouille no Netflix antes do motorista chegar para nos levar para o aeroporto... E daí, começou a lua de mel!!


sábado, 16 de janeiro de 2016

#operacaoCasamento - Faltam 35 dias

Oi, tudo bem?

E a contagem regressiva continua. E os dias estão cada vez mais corridos, graças a Deus. Eu amo toda essa correria porque é tão bom se sentir útil e ocupada. Sou ligada no 220 e é muito bom ter uma listinha de coisas para fazer todos os dias.

Graças a Deus, essa semana começou muito bem e várias pendências de entrega de presentes foram resolvidas. Já ganhamos o armário da cozinha e os móveis já estão começando a chegar.

Nosso guarda roupa

Nosso super sofá kkkk

Nossa cômoda

O rack da nossa sala

Ontem, foi o "dia da mudança". O garoto já levou os eletrônicos - tv e blue-ray - e o fogão pra lá. Ele já está dormindo na casa e já estamos providenciando seguro e essas coisas porque hoje em dia temos que garantir tranquilidade - lógico que o melhor seguro é a proteção de Deus, mas Ele também nos diz para não marcar bobeira né?! Fomos à noite lá para comer lanche e ver tv e eu tive uma prévia de como será a sexta-feira de casada: confesso que bateu um pequeno desespero e comecei a chorar... mas foi breve, eu juro! Sei lá, né!? É tudo muito novo, muita informação pra processar ao mesmo tempo. Com certeza, vou estranhar muito estar longe de mammy - e ela também de estar longe de mim - mas oro a Deus que a gente acostume rápido.

Hoje, temos salão eu e mammy para arrumarmos os cachos. Graças a Deus, encontrei um penteado que me permite cortar o cabelo... Glóóóóóóória a Deus!!! Gente, é sério: eu acho lindo cabelo longo - NOS OUTROS hehehe. Em mim, sinto como se estivesse abandonada, parecendo a bruxa do 71. O cabelo está sempre preso porque ele é muito grosso e nesse verão não dá para usar solto. Então, com ele mais curto, dá pra melhorar o look diário.

Graças a Deus também, tudo está fluindo melhor no trabalho. A garota que foi transferida é realmente proativa e me ajudou muito essa semana. Agora sim, posso contar com uma parceira para trabalhar como era antes da outra que foi embora. O clima parece que está mais leve e estamos conseguindo registrar vários novos clientes, o que é bom porque assim diminuem as demissões que tivemos no ano passado.

Hum, de resto estou sem novidades para contar. Me desculpem se os post estiverem soando cansativos e repetitivos mas, ultimamente, minha vida tem girado em torno desse assunto.

Ah, e sobre nossa viagem, nos informaram que o vôo de ida sofreu um atraso de 1h30min e estamos mudando de ideia sobre toda a extensa programação que planejei. Será uma lua de mel - e não uma excursão como mammy e o garoto disseram. Então, vamos relaxar e aproveitar os momentos.

Ah, e também não posso deixar de agradecer por todos os comentários de torcida de vocês. Muito obrigada pelo carinho.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Olhando pra trás - retrô 2015

Oi, tudo bem?




Lógico que ela não podia faltar, né?! Mesmo em um ano tão tumultado, como poucos posts publicados mas cheios de informações, ela tinha que estar presente aqui para fechar o ano com chave de ouro. Senhoras e senhores, vem aí a retrospectiva 2015!

Começamos o ano com a tragédia do Charlie Hebdo e toda a polêmica sobre liberdade de expressão e respeito a religião do próximo. Aliás, esse ano foi um dos assuntos mais em pauta do momento. Para quem é cristão e acredita na Bíblia, sabemos que o final dos dias será difícil e de muita perseguição, não só física como já acontece na Coréia do Norte e países islâmicos e hindus, mas ideológica também como já vemos na Europa e na América. Nossos valores e conceitos são colocados em cheque todo o tempo - eu mesma passei por situações assim esse ano - e por isso devemos buscar cada dia mais a Deus para sabermos colocar nossa posição, sem abrir mão de nossos valores e sem perder o respeito ao próximo. Tarefa díficil, mas a gente consegue com a ajuda de Deus.

Muito livros... acho que nem dá para listar todas as resenhas aqui, mas fique à vontade para fuçar no meu cantinho aí do lado no Olhando pra trás. Nas contas finais, 20 exemplares lidos! Acho que posso destacar um, o melhor do ano inteiro: Amor de Redenção. Muitos filmes também, graças a Deus: menos do que eu queria, é claro, assim como os livros.

Perdi meu juízo...quer dizer, menos dois dentes do ciso e ainda ganhei um celular de presente do garoto pela recuperação.

Mas é claro que o tema que imperou aqui foi a #OperacaoCasamento e o #ProjetoCasa.

Durante a construção, perdi a conta de quantos posts eu fiz sobre a canseira e o mau humor e a irritação de todo o processo.

Também tivemos a escolha do vestido, das músicas, o início da contagem regressiva, eventos de noivas com mammy, a escolha da viagem da lua de mel, a saga do convite dos padrinhos, a preparação de toda a papelaria do casamento; a compra dos primeiros móveis.. Ainda estamos na entrega dos últimos convites e teremos algumas atualizações em janeiro... E que venha 20 de fevereiro!

Minha saúde esteve bastante balançada esse ano e o que mais me irritou foi aguentar conversas do tipo: "Você está passando por algum período de estresse?"; "Ah, no trabalho por causa da crise do país. Estou de casamento marcado..."; "Aaaaah, então é isso. Casamento marcado é sempre assim". Credo, parece que casamento é doença!!! O pior de todos foi o péssimo atendimento - aliás, nem teve atendimento - na Unimed em abril. Absurdo total!

Levei mammy para o cine 3D com o filme Terremoto e quase matei a coitada de tontura kkk. Também fui no cinema com ela para ver o melhor filme de 2015, Divertidamente.

Participei de novo da  #semanadeoracaodafabi.

Fiz a maratona do livro #umanovamulherem30 dias com início aqui e final aqui.

Não fui nenhuma vez no ano para minha terrinha querida, Sampa, mas encarei algumas aventuras com o garoto como as cachoeiras.

Acabamos ganhando um novo membro na família do garoto...

Muitas blogagens coletivas - dois Liebster Awards aqui e aqui - e desde já quero agradeço demais à todos os amigos que me taguearam para participar dessas brincadeiras gostosas! Dentre essas postagens, está o Projeto Escrita Criativa que consegui participar durante o ano!!!

Talvez essa seja uma das retrospectivas mais curtas que já fiz. Principalmente porque tive um ano muito tumultuado, com muita coisa acontecendo no trabalho, em casa e na vida pessoal e isso me tirou tempo e ânimo para blogar.

Quem sabe em 2016 eu consigo organizar melhor minha nova vida e dou um novo gás ao meu cantinho. Aos meus queridos 100 seguidores que seguem firmes e fortes - e aos especiais que não estão entre os seguidores oficiais mas que passam sempre por aqui para dar um oi - meu mais sincero OBRIGADA pela sua companhia, conselhos, broncas e palavras de carinho durante 2015. Que seu 2016 seja repleto das bençãos de Deus, da presença DEle em cada segundo da sua vida e que a gente se encontre por aí para conversar mais um pouco.

Feliz 2016 e não se esqueça da sábias palavras de Robertão... "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi".




quinta-feira, 4 de junho de 2015

Cartinha para o futuro

Oi, tudo bem?


Vi essa postagem no blog Descontruindo e amei o tema.

A ideia consiste em escrever uma carta para você mesma para ler daqui um tempo - no blog são sugeridos 10 anos - e guardar de forma especial e única para ser aberta apenas na data sugerida.

Eu não levo jeito para trabalhos manuais, então nem tentei fazer a embalagem que ela ensina na postagem.. mas #ficaadica para quem quiser tentar.

No meu caso, vou escrever aqui mesmo e pretendo voltar aqui no prazo de 5 anos (o meu prazo é mais curto porque sou desesperada e ansiosa demais kkkk). Vamos lá?

Oi Nana, tudo bem?
Como anda tudo por ai? Você ainda está viva? Ufa, que bom. 
Escrevo essa carta dia 4/6/15 às 10h45 e hoje é feriado. Tivemos uma semana de trabalho bem tumultuada com os cadastros dos novos clientes para o 2º Semestre de 2015 e, para variar, trabalhamos 3 períodos. Estamos desfalcadas na empresa com duas funcionárias a menos em licença maternidade e o pessoal que ficou ainda não se deu muito bem com a temporária - que fala alto demais - e a estagiária que está se achando porque é namorada de um instrutor.
Você ainda está no mesmo trabalho? Como está tudo por ai? Ou mudou de emprego? Por quê? O que aconteceu?
Os planos para o feriado giram em torno do casamento: temos que definir o convite dos padrinhos, testar um modelo que pegamos na Internet, tem as programações de lazer também porque ninguém é de ferro né e o garoto quer ir ver móvel e lavar a casa nova.
Agora vem a pergunta que dá medo: vocês ainda estão casados? Me conta como foi o começo, se você sofreu muito para se acostumar sem mammy por perto. A cerimônia foi do jeito que você esperava? Ganharam muita coisa? Como foi a lua de mel? E os primeiros dias, o primeiro arroz queimado, a primeira camisa manchada? Desculpe o excesso de perguntas, mas o futuro guarda muitas novidades e quero poder comparar a Nana de hoje com a de agora daqui a cinco anos hehehe.
Espero sinceramente que não tenha filhos.. ai, meu Deus e se tiver? Como foi? Socorro, passo mal só de pensar na ideia. Mas se Deus permitiu, acho que Ele tem um bom plano para isso também.
Tá todo mundo vivo ainda ai? Pappy, mammy, Nina? Como eles estão?
Hum...acho que a carta virou mais um interrogatório né?! Nem sei te dizer como imagino que estaremos daqui a cinco anos... acho que casada e feliz, com a vida estável e com todo mundo bem por perto...Ah, você ainda tem o Toddynho?
Bom, se você não morrer em cinco anos e Jesus não tiver voltado em cinco anos, então espero resposta dessa carta.
Bj e fk c Deus. Seja feliz.

Que tal fazer uma para seu eu daqui um tempo também? Entra na brincadeira!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

#OperacaoCasamento - Mãos à obra

Oi, tudo bem?

O tempo passa, o tempo voa... e a poupança bamerindus continua numa boaaa.

Quem tem mais de 20 deve com certeza se lembrar dessa musiquinha bonitinha que tocava no intervalo do Jornal Nacional no início da década de 90. E que saudades daquele tempo! Saudades de um tempo onde as pessoas não ficavam te julgando pela internet, ninguém criticava ninguém só porque leu uma besteira na internet (e olha que esse povo acredita em tudo que vê na rede, sem nem ao menos consultar se a fonte é segura e verdadeira).. ah, que saudades!

* pausa para o desabafo... desculpem nossa falha, vamos voltar ao foco inicial.

A tal musiquinha tem uma máxima verdadeira: o tempo voa! E como voa, minha gente! Já estamos no mês de abril e daqui a dez - DEZ - meses, estarei me casando.. Socorroooooooooooooooooooo!!! #OperacaoCasamento à toda a prova!

Tenho procurado ser uma pessoa centrada, manter meu jeito prático e não me deixar levar por esse mercado que virou o ramo de casamentos. Na boa, se você começar a ler e ver tudo que o Google te traz sobre o tema, você vai:

a) pensar em assaltar um banco para conseguir pagar tudo;

b) investir no ramo de entorpecentes, apesar de ser um negócio de risco que pode vir a comprometer a data do casamento;

c) cogitar a possibilidade de celibatário.

Como nenhuma das alternativas anteriores me competem, resolvi me manter sóbria e serena - até onde for possível - e não ceder às tentações do mercado que transformaram a união matrimonial num evento de proporções gigantescas.

Ontem mesmo, fui com mammy no 1º Encontro Noivas no Altar, que aconteceu em um buffet da cidade. Que luxo! Que pompa! Que desperdício de dinheiro!


Assim, gente, vamos conversar a respeito. Eu acho que a data do casamento deve ser um dia especial, um dia a ser celebrado com muito amor e carinho pelas pessoas próximas que tiveram importância durante o relacionamento do casal: os amigos que ajudaram a gente a se unir, os pais que nos apoiaram, os colegas de trabalho, enfim...os mais chegados. Mas, daí a eu ter que gastar um carro zero para pagar comida e bebida pra todo mundo, é demais pra mim!

Eu fui ontem no evento com a ideia de aproveitar o momento, degustar comida, bebida e principalmente os queridos bem-casados de mammy e conhecer um pouco mais sobre o ramo. Ficamos lá das cinco às sete da noite - detalhe:em pé. A estrutura do salão não estava lá aquelas coisas - por isso nem tirei tantas fotos. Deu para perceber que os fornecedores presentes eram meio que a panelinha dos donos do salão: decoração e buffet, por exemplo, não tinham expositores a não ser os donos do salão. 

Dentre a minha pequena lista de fornecedores que adicionei no Facebook nos últimos tempos - e vamos combinar que o Facebook anda funcionando melhor que muitas páginas-amarelas por aí - não tinham nem 10% ali. O buffet - parte de salgadinhos e comida mesmo - só podia ser degustado pelos noivos que já tinham fechado contrato ali. Depois, o que ficou de resto, veio para o salão maior onde estavam os pobres-sem-contrato como eu e mammy.

Teve desfile de vestidos de noivas de uma loja de fora da cidade e achei os modelos meio usadinhos demais; teve apresentação de coral e de dança de salão também.


Mammy saiu de lá meio chocada porque ela me ouvia falar, mas ainda não tinha visto de perto o "mercado" do ramo de casamentos. Ela bem que queria me dar uma festa com toda pompa e circunstância, mas preferimos ter o pé no chão e investir no #ProjetoCasa que é mais duradouro e tem retorno.

Saldo final: uma infinidade de doces! Sério gente: saímos de lá e, quando chegamos no carro, mammy e eu começamos a colocar no painel do carro os doces que estavam na bolsa... e não parava de sair doces daquelas bolsas, Jesus! Rsrsrsrs Por isso que gosto de levar mammy nesses lugares porque ela topa qualquer parada comigo. Parceira perfeita!

O garoto? Bem, ele anda surtando com os detalhes finais da casa, mal pode ouvir eu falar sobre casamento e está com os nervos à flor da pele.

E faltam ainda dez meses...

domingo, 1 de março de 2015

Happy Birthday to me... ???

Oi, tudo bem?

No último dia 28, foi meu aniversário. E, graças a correria e ao meu atual humor que não anda lá aquelas coisas, nem tive vontade de postar nada.

Não tive grandes comemorações, e já esperava por isso. Acho que, conforme passam os anos, o pique para toda aquela farra de festas e presentes e cumprimentos vai diminuindo até acabar. Lógico que devo ser grata a Deus por mais um ano de vida, com a minha família, com saúde, paz, trabalho, amor, amigos, liberdade... enfim, tenho muitos motivos para agradecer.

Os presentes acabaram vindo antes da data: mammy já tinha me dado um livro, a sequência do OS CÃES NUNCA DEIXAM DE AMAR. O livro chama ELES SEMPRES ESTARÃO AO SEU LADO e conta a história de Teresa Rhyne e Seamus, seu beagle, que já sobreviveram ao câncer uma vez, mas Seamus acaba desenvolvendo outro câncer e Teresa embarca em uma intensa jornada de mudanças e experimenta um estilo de vida mais saudável para sua família. E tenta encontrar a si mesma em algum ponto entre 'hippie que usa saia de cânhamo' ou 'hipócrita salto-alto de couro'. Quando ela se depara com outros dois cachorros que precisam de ajuda – incluindo um que foi resgatado de testes com animais – virar as costas parece impossível depois de toda a crueldade que ela descobre. Ainda não comecei a ler: a pilha ao lado da minha cama vai crescendo mais do que meu tempo e força de vontade para ler antes de dormir. Mas assim que ele sair da lista de pendências, prometo fazer uma resenha aqui.

Também ganhei mais um livro de mammy depois do aniverário, 365 ORAÇÕES PARA DORMIR MELHOR. Depois de um longo dia de trabalho, de tarefas e de vários afazeres que tomam nosso tempo, nos estressam e ocupam nossa mente e motivação, todos nós precisamos de um tempo para relaxar e revigorar o coração. Para muitos de nós, o período que acontece o sono é esse momento. O livro apresenta orações pessoais, uma para cada dia do ano, para que você possa falar com quem realmente pode ouvi-lo e resolver seus anseios, sejam eles de ordem pessoal, familiar, espiritual ou profissional. De maneira rápida, objetiva e transformadora, essas orações farão você descansar tranquilamente, ao colocar nas mãos de Deus aquilo que inquieta sua mente e seu coração. A princípio, eu não tinha gostado muito da ideia do livro porque acho que nossas conversas com Deus devem ser espontâneas e não escritas ou decoradas como rezas repetitivas, uma vez que ele é nosso Pai e está sempre pronto a nos ouvir - não sempre a nos atender, ok, mas Ele sabe de todas as coisas. Mas, depois de folhear algumas páginas, achei interessante o conceito do livro e acabei o vendo mais como um devocional para leitura do que orações para serem repetidas da boca pra fora.

O garoto me deu o celular que eu já tinha falado aqui e tem sido meu novo brinquedinho - acho que estou viciada, socorro! - e também deu uma cesta de chocolates com um cachorrinho lindo que dança... o vídeo do totó dançante está aí embaixo. Além disso, fomos jantar em uma cantina italiana bem chique e romântica, mas o jantar acabou não sendo tão agradável quanto eu imaginava porque só falamos sobre os problemas da construção e dos preparativos do casamento.

video

Bem, é isso. Hum, deixa eu ver se estou esquecendo alguma coisa... do trabalho, apenas ganhei parabéns de algumas pessoas, assim como nas redes sociais não foram todos os amigos que lembraram. Acho que é só.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

#ProjetoCasa e #OperacaoCasamento - A contagem regressiva

Oi, tudo bem?

Hoje, eu acordei com batedeira. 

Claro que ajudou o fato de eu ter que finalizar uma planilha de 1283 registros do trabalho para ontem porque a nossa sede solicitou o levantamento por e-mail no domingo de carnaval.

Ajudou também o fato de eu estar super preocupada com o mato e a sujeira astronômica que está no terreno ao lado da construção do nosso cafofo porque é época de chuva, o que significa época de dengue nos entulhos e proliferação de mosquitos, aranhas, escorpiões e outros bichinhos-fofos que gostam de ambiente sujo e úmido. E o que eu não quero para mim, não quero para os meus vizinhos.

Também teve o local que mammy trabalha que foi assaltado no Carnaval e fizeram uma limpa na maioria dos itens que ela usa para trabalhar e, daí, a gente fica preocupada no retorno ao trabalho e na questão da segurança dela que é primordial. Sempre.

E não vou negar que contribuiu um pouco o garoto estar preocupado porque a semana foi mais sossegada no trabalho dele porque teve o mega feriado no Carnaval e todo mundo está viajando - e eu não estou porque minha mãe sempre me ensinou que eu não sou todo mundo.

Mas a batedeira foi por outro motivo.

Um motivo maior.

Daqueles que mudam sua vida completamente em uma simples palavra.

Começa hoje, a contagem regressiva - daqui um ano, a essa hora (escrevo este post às 19h21 na mesa do trabalho) estarei me casando.

... um minuto de silêncio em homenagem a minha falecida solteirice...

Passei o dia todo prestando atenção em detalhes: o que estou fazendo hoje e o que possivelmente estarei fazendo daqui um ano. Se o tempo está bom, se o tempo está ruim, se está calor, se está frio... puxa, noiva fica sempre neurótica mesmo?

Na hora do intervalo do trabalho, fui para casa e contei para mammy sobre minha agonia. E ela ajudou muito falando "daqui um ano, uma hora dessas, você já saiu de casa de vez e foi pro salão se arrumar". Socorrooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

Agora, não tem mais aquela "só caso em 2016". A frase agora é "caso no ano que vem". Agora, não dá mais para falar "tem tempo para ver isso ainda" porque tempo é dinheiro - no caso de casamento, tempo significa suaves parcelas a perder de vista para não se afundar em dívidas e conseguir pagar tudo. Agora, é contagem regressiva.

Daqui 365 dias, eu me caso.

E agora?!


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Férias - parte 1

Oi, tudo bem?

Estou oficialmente de férias. Quinze dias para descansar e tentar colocar as coisas em dia por aqui. E, em época de #ProjetoCasa e #OperacaoCasamento, temos muito o que fazer.

Como é de praxe, começamos as férias com as faxinas em casa nos armários, guarda roupas e etc. Saldo de 4 sacolas de doações de roupas, 5 livros vendidos no sebo - ou melhor, trocados por outros 3 que eu queria ler hehehe; exames feitos para retorno médico - e acabo de descobrir que meu colesterol está subindo snif snif. e dois dentes do siso que deram tchau no último sábado.

Quase parecida com a minha

Há muito tempo, meu dentista insiste para que eu fizesse essa cirurgia mas eu tinha muito medo porque a raiz do meu dente do siso embaixo está colada com a raiz do dente do lado e, pra ajudar, está muito próxima do nervo do maxilar, o que poderia me causar uma parentesia (dormência do maxilar) após a cirurgia.

Mas, como todo mundo sabe, dente do siso só existe para dar dor de cabeça e gasto. Se fica, vive cariado porque é muito difícil limpar o fundo da boca corretamente. Se vai, lá se vão alguns dias de sopa, sorvete e sofá, além da cara de bolacha.

O dentista falou comigo, com o garoto e não teve sucesso. Mas quando minha mãe foi fazer a sua visita de rotina e ele falou com ela, a coisa mudou de figura. Mãe é mãe e quando mammy diz que tenho que fazer alguma coisa, nem dá para discutir né?! Então, marcamos a tal cirurgia.

Que foi cirurgia mesmo, viu?! A sala toda esterilizada, o médico passou álcool na minha mão e outra substância que eu acho que era éter no meu rosto inteiro, isolou minha boca com um pano branco e me deu uma anestesia no rosto que adormeceu até o olho.

Graças a Deus, correu tudo bem e aparentemente não fiquei com sequelas. Apesar que não aguento mais tomar sopa e sorvete.... por fim, não aproveitei os primeiros dias de férias snif snif.


Para compensar minha cara de bolacha trackinas, o garoto me deu de presente um celular... Isso mesmo! Ele não aguentava mais me mandar msg no meu bom e velho qwerty Motorola EX109 e me presentou com o Moto E que eu venho namorando à tanto tempo na vitrine. Lógico, presente de aniversário adiantado já que faço 32 anos - socorro!!! - no final do mês.

Bom, vou lá me divertir com meu brinquedinho novo...


sábado, 17 de janeiro de 2015

Atualizações - #operacaoCasamento e #ProjetoCasa

Oi, tudo bem?

Cof, cof, cof... tirando a poeira do cantinho. Desculpem a ausência, mas 2015 chegou chegando e nem tive tempo de sentar para atualizar.

Aproveitei os últimos dias para atualizar os post em datas retroativas para colocar tudo nos dias que realmente aconteceram... agora chegamos aos dias atuais.

Vamos atualizar as novidades das duas tags do momento: #operacaoCasamento e #ProjetoCasa.

#ProjetoCasa
Estamos em fase de acabamento, vendo detalhes de pedras, azuleijos e outras coisinhas que fazem parte da perfumaria do projeto. Ainda não temos a data final de entrega, mas está começando a ficar cada vez mais perto. Já testamos a garagem e cabe direitinho 1 caminhonete, 1 carro popular pequeno e 1 moto... ufa!

#operacaoCasamento
Decoração contratada, foto e filmagem contratado e pago... próximo da lista: vestido de noiva. Comecei a procurar o tal modelo agora que mammy está de férias porque opinião de mãe é tudo nessa hora. 

Começamos por uma loja bem popular da cidade que tem uns modelos mais acessíveis para aluguel. Provei 3 modelos: um bolo de noiva que me senti de volta aos anos 80; um tão justo, mas tão justo que achei que não ia sair mais kkk. E um bem bonito mas não era totalmente do jeito que eu queria. A vendedora até disse que poderia fazer as alterações que eu quisesse, mas não senti muita firmeza e fiquei com receio do vestido ficar parecendo remendado.

Partimos para segunda loja da lista no sábado à tarde. Só de chegar lá, o atendimento já foi outro. Ao invés da mini sala com ventilador e provador improvisado, uma sala enorme, acarpetada com veludo vermelho e toda espelhada. Ar condicionado, água, café, bolachas... enfim, serviço vip.

Depois de olhar alguns catálogos, a vendedora separou 6 (ou 7, não lembro) para eu provar. No primeiro, mammy já brilhou o olho; e olha que nem é exatamente o modelo de vestido que eu tinha pensado. Provei os demais e cada vez ficava mais difícil decidir. 

Depois de prova, desprova, prova de novo fiquei em dúvida entre dois. O mais legal é que, a cada prova, quando eu entrava na tal sala de espelhos, sempre tinha uma vendedora nova para dizer "que lindo", "que perfeito". No início, eu achei que era puxa-saco de vendedora mesmo, mas depois chegou outra noiva para provar vestidos também e percebi que o entusiasmo das vendedoras não era o mesmo. Sinal que estava bonita para valer :)

Para tirar a dúvida, a vendedora resolveu me arrumar. Arrumar? Como assim? Com direito a penteado, tiara, véu e buquê. Aí, o negócio apertou. Quando saí do provador e me vi no espelho, toda produzida, cabelo, véu, buquê, andando devargazinho como vai ser no dia... ui, que pânico! Acho que aí caiu realmente a ficha de que vou me casar. Socooooooooooooooooooooooorrro!

Graças a Deus, mammy conseguiu segurar o choro... senão, era capaz de eu desistir de tudo. Com toda essa superprodução, não tive dúvidas: escolhi o primeiro modelo provado, aquele que nem era exatamente o que eu tinha em mente, mas que ficou perfeito para mim.

Agora, o garoto quer porque quer saber qual o vestido... e eu estou fazendo mistério. Para as amigas também. Para todo mundo, aliás. 

Mas, para vocês... vou deixar algumas opções.... qual vocês acham que escolhi?






quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

L-U-T-O

Oi, tudo bem?

Passando apenas para registrar luto. 

A minha última avó viva faleceu hoje.

Há um mês, ela já vinha sofrendo com as sequelas de um avc e já estava com 85 anos.

Não tenho muito o que falar porque nunca fomos próximas. Mammy foi criada com a minha bisavó, a espanhola Ana da qual herdei o nome e o gênio, segundo mammy. Só faltaram os olhos azuis.

Mammy me surpreendeu chorando bastante no velório; logo ela, que é tão díficil chorar. Mas a perda da mãe deve ser muito dolorida, mesmo quando não tivemos o contato da convivência diária.

Obrigada pelas orações de todos.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dezembro

Oi, tudo bem?

Puxa vida, já chegamos em dezembro. E com ele, lá vem aquela correria de natal, compras, presentes, confraternizações, futilidades, falsidade e tudo que tem todo-santo-ano.

É, eu não gosto dessa época do ano porque acho que tudo fica muito vazio de sentido: as pessoas correm para se endividar com presentes, mas não doam nenhum centavo para caridade. Ou doam só nessa época do ano e esquecem de ajudar durante todo o próximo ano. As festas de trabalho geralmente reunem pessoas que se odeiam o ano todo, "furam o olho" de todo mundo e agora são só sorrisos e "boas festas" pra lá, "boas festas" para cá. Isso sem falar nas famosas festas de família... 

Por isso, acho que esse ano eu não vou dar presente para ninguém. E também não quero ganhar presente de ninguém. Prefiro buscar o verdadeiro sentido do natal que está há muito esquecido por todos: o nascimento do Salvador. Ontem, por exemplo, teve a descida do Papai Noel na praça da cidade e o trânsito ficou impossível - em pleno domingo à noite. Mas, garanto, que para uma missa, culto ou qualquer celebração religiosa que lembre o verdadeiro sentido do Natal, não teríamos tantos carros assim.

Enfim, apenas um desabafo de alguém que está cansada desse mundo.

Mas, apesar de tudo isso, tive um presente muito legal de final de ano: dois dias na minha terrinha!!! Há muito tempo, muito mesmo, eu não ia para Sampa para ficar mais de um dia: sempre eram viagens de excursões ou o famoso bate-e-volta do trabalho. Mas dessa vez, meus dois queridos chefes resolveram que iríamos um dia antes para não ter que viajar de madrugada na pista.

Claro que viagem comigo sem mico, não é viagem. Começou com minha querida chefa que se atrasou para me pegar, bateu o retrovisor do carro na pressa de ir alinhar os pneus e nos fez ter que trocar de carro com o marido dela antes de sair. Chegamos em Sampa depois de muita chuva, um trânsito daqueles por causa de um comboio de alguém importante que parou a Rodovia Bandeirantes, e alguns "perdidos" na Terra da Garoa até chegarmos ao hotel.

Como fazia muito tempo que não ia nesse hotel, cheguei e fiz check in para ir pro quarto. Entrei no quarto - consegui abrir a porta com o cartão kkk - mas as luzes estavam apagadas. E procura daqui, procura dali, aperta aqui, aperta ali e nada. Tudo escuro. Tive que me render: liguei para minha chefe do celular e perguntei se estava fazendo alguma coisa errada. "Coloca o cartão no interruptor que liga tudo" kkkkk. E se fez a luz!

Não deu para passear muito - a reunião de trabalho tomou o dia todo - e só fomos em um shopping próximo ao hotel, o Pátio Higienópolis. Deus para tirar várias fotos da decoração de natal que é encantadora, mas, como disse, os preços do Natal não ajudaram muito e nem deu para comprar uma agulha lá. 

Posso ser sincera? Estranhei para caramba essa viagem. Fiquei com uma saudade doida de casa, da Nina, da mammy e estranhei muito conversei com a garoto só de longe. Fritei a noite toda na cama, espirrei hororres por causa do ar condicionado do quarto que era só poeira e conclui que: Não pertenço mais à Sampa. 

Depois da reunião do trabalho, voltamos para esquentar as turbinas para o recastramento de clientes para o ano que vem. E, nesses dias, sempre tem as pérolas que somos obrigados a ouvir e que dariam para escrever um livro. Teve a cliente que não pôde se cadastrar de uma determinada forma por ser menor de idade e foi orientada para a mãe para partir para o ramo da logísitca para "trabalhar em loja, ser balconista". Teve o outro cliente que iria acertar o seu atendimento para aos sábados de manhã, mas queria ser saber se "tinha que ser de sábado mesmo, ou se o sábado só estava lá marcado".  E teve também o candidato novo, que infelizmente quis falar bonito e pediu para minha colega "diminóia o negócio aí".

É, minha gente: a gente trabalha muito, mas também dá muita risada.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Mais um? A saga dos casamentos parte já-perdi-as-contas

Oi, tudo bem?

E lá vamos nós... lá vamos nós... lá vamos nós... mais dois capítulos da Saga dos Casamentos à vista!

Não bastasse estar em clima de casamento por causa da #OperacaoCasamento e do #ProjetoCasa, temos dois casamentos no próximo final de semana.

O primeiro, na sexta, é de um cliente do garoto que nos convidou meio em cima da hora. Deu um pouco de correria para comprar presente, ver roupa e se programar porque no sábado teremos o super casamento da minha amiga/ex do garoto que eu vou entrar de dama de honra com as alianças do casal, vestida em pink como um digno picolé de groselha rsrsrs.

O clima está meio tenso porque a mãe de mammy está internada, meio que nas últimas, por causa de uma diabetes descontrolada e anemia profunda. Sinceramente, oro a Deus para não ter velório no meio dos casamentos. Eu sei que não tenho contato com ela e nem posso chamá-la muito bem de avó porque nunca fomos próximas, mas é ser humano né?! E eu vejo que mammy não está muito bem, apesar de não ter sido criada com a mãe dela... longa história... mammy foi criada pela avó - da qual herdei o nome e o gênio, segundo ela - e por uma tia junto com outras duas irmãs que também não foram criadas com a mãe por causa da péssima situação financeira que viviam na época.

Enfim, não tenho muitas novidades pra contar porque nos últimos dias a vida vem correndo rotineira, tranquila e sem grandes emoções. Mas posso ser sincera? Prefiro bem mais assim.

domingo, 7 de setembro de 2014

Vamô encarar a pista, Toddynho!

Oi, tudo bem?

Bom, para quem está por aqui há muito tempo, já sabe que não sou adepta de levar o Toddynho para passear na estrada.

Há muito tempo atrás, tivemos nossa primeira experiência na estrada (que nem foi registrada no outro blog aqui ó). Era o velório do pai de mammy e nós fomos com o Toddynho que era o melhor carro da casa. Só que, no meio do caminho, o bichinho começou a ferver, esquentar e não tinha como diminuir a temperatura do carro. Pappy assumiu o volante - até então era eu que estava aprendendo a dirigir na época - e viemos em ponto morto até quase metade da rodovia. Depois, tivemos que apelar para o guincho da concessionária. E olha que o negócio veio rápido!

Daí, só deu eu vindo de guincho, sentada naquele banco de caminhoneiro com veludo azul, ouvindo sertanejão a todo vapor e chegando na entrada da cidade em pleno domingo à tarde, quando todos os gatinhos estavam no posto tomando uma gelada - nessa época, não existia o garoto, ok?! - DE GUINCHO. E com pappy do lado pra ajudar no mico.

Bom, depois dessa experiência traumática, tentamos mais uma vez em uma viagem a trabalho que tive que fazer para uma cidade próxima. Pappy estava sem trampo na época e foi de co-piloto. E, no meio do caminho de volta, enquanto eu estava dirigindo, fomos parados por uma blitz policial. Para verificar documento? Nãããããããão. Para pedir carona para minha cidade pro guardinha que estava saindo do serviço. Conclusão: com o guarda no banco de trás, pappy assumiu o volante e lá se foi mais uma oportunidade de eu pegar o jeito da pista.

Agora, tivemos mais uma oportunidade depois de muito tempo: o chá de cozinha da minha prima. Ela mora em uma cidade pequena aqui do lado e, como o negócio era só para mulheres, não dava para levar pappy ou o garoto de motorista. E mammy e eu não iríamos de busão até lá em pleno domingão, né?!

Então, eu arrisquei ir um final de semana antes para ver o caminho certinho com o garoto e encarei a responsabilidade com mammy no domingo seguinte. Confesso que dava para quebrar uma garrafa de vidro no meu braço de tão tensa que eu estava. Fui bem devagar, dentro dos limites, não ultrapassei, não cortei caminho, segui a rota certinho para não ter erro e dar vexame com mammy com carro.

E não é que deu tudo certo?!

A festa foi gostosa, mas mammy nem quis ficar muito para não voltarmos muito tarde. E, para ser sincera, não dava para ficar muito tempo lá porque o salão era muito abafado e o calor estava difícil de suportar. Na volta, vários carros vieram dando sinal de luz na pista e fiquei preocupada porque era sinal de acidente ou polícia na pista. Segunda opção, senhoras e senhores. 

Eu fui chegando e já dando seta para encostar, mas o abençoado policial fez sinal para eu seguir e parou o carro de trás. Obrigada, Senhor!!!!

Resumo da festa: graças a Deus, fiz tudo certinho, Toddynho provou mais uma vez ser um companheiro de aventuras e ganhei a confiança de mammy para outras viagens futuras. Ebaaa!!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

#ProjetoCasa - Parte II - Explicações

Oi, tudo bem?

Bom, todo mundo sabe que entramos de cabeça no #ProjetoCasa e #OperacaoCasamento desde o mês passado. As coisas estão evoluindo bem - com alguns chuviscos e trovoadas que estavam previsto -  e muita gente comentou no blog que queria saber mais sobre a compra da casa.

Bom, aqui vai a minha história...

Na verdade, parte da minha casa veio da herança que o pai de pappy deixou pra ele. Depois que os pais de pappy faleceram, foi feito inventário e tudo mais que a burocracia pede e os bens foram colocados à venda. A ideia inicial era dividir o total entre os irmãos e o valor que pappy receberia seria dividido novamente entre ele e eu. Com o valor estimado na época, daria pra comprar uma casa pronta, nova, dentro do padrão que eu queria tranquilamente - sem luxos, ok?!

Mas, durante o processo de vendas de bens, descobrimos que nem todo o dinheiro viria para gente por causa de impostos, processos e algumas coisas de "vovô" que nem tínhamos conhecimento. Tudo isso aconteceu antes do garoto entrar na história.

Quando ele apareceu e a ideia da #OperacaoCasamento começou a tomar forma, resolvemos ir atrás de outras opções para conseguir o nosso cafofo. Casa pronta? O garoto ficava colocando um monte de defeito, queria detalhes demais das obras e o valor do financiamento ficava muito alto e a entrada que tinha que ser dada era maior ao valor que tínhamos disponível (e a minha parte era para ser só metade, mesmo com pappy insistindo que isso não teria problema).

Depois, pappy ficou desempregado e começou a correr atrás das imobiliárias para gente. Até que apareceu um negócio bom e barato para construir nossa casa de forma bem simples e que ficaria no custo da minha parte da herança. Mas, para que isso acontecesse, o terreno em questão tinha que ser desmembrado para que a gente conseguisse emitir a escritura da casa. Depois de seis meses de muita enrolação, nada feito e o negócio foi cancelado.

Foi então que surgiu a luz.

Mammy viu umas casas sendo construídas aqui perto de onde a gente mora e foi se informar, mas as casas já estavam todas vendidas. Deixei até o meu nome e telefone para contato para que eles me ligassem se surgisse um negócio parecido. Nesse meio tempo, o negócio não surgiu mas eu e o garoto vimos um terreno do nosso gosto, em um bairro ótimo, que pappy e mammy gostaram e que estava sendo vendido exatamente pelo preço da minha parte da herança. A coisa fluiu tão bem - #maodeDeus - que fechamos negócio em menos de uma semana.

Com o terreno em mãos, sabíamos que a melhor alternativa era ou construir bem devagarzinho ou financiar a construção. Daí, eu voltei na construtora das casas que mammy tinha visto e daí começou o processo.

Na Internet, tem vários links sobre financiamento de construção. Na época, eu olhei esse, esse aqui e esse aqui também. No meu caso, o processo foi menos trabalhoso porque fechamos com uma construtora que já tem arquiteto para assinar a obra, equipe para trabalhar e já faz todo o custo da obra para você antes de dar entrada na papelada. Depois de uns dois meses de negociação, demos entrada na CEF para o pedido do financiamento: daí, mesmo que você já tem conta lá, eles abrem conta corrente, conta poupança, te mandam cartão de crédito, tudo novinho.

Eles deram entrada com os documentos na CEF e foi pedido aquela listinha tradicional de RG, CPF, comprovante de endereço, comprovante de renda (que tive que atualizar duas vezes durante o processo... aviso aos navegantes: não é bom ter aumento salarial ou promoção durante o processo de aprovação, porque você pode correr o risco de não conseguir se encaixar na margem de financiamento que deseja e pagar muito juros pelo mesmo imóvel), carteira de trabalho, certidão de nascimento e declaração de IR. Ah, isso tudo do comprador e do vendedor. Tudo tem que estar em ordem, tipo, ninguém pode ter restrição de crédito ou débito com o governo.

Daí, um engenheiro designado pela CEF vai avaliar o projeto e ver se o valores que foram colocados lá estão de acordo com o mercado imobiliário da cidade. Passado isso, o processo vai para CEF para aprovar o financiamento. Bom, no meu caso, o engenheiro aprovou tudo mas o processo ficou parado quase seis meses por causa de pendências do antigo dono - é, eles puxaram a ficha do cara também porque a compra do terreno tinha sido feita à menos de um ano.

Depois de muita novela, os problemas foram resolvidos e o processo foi pra frente e, graças a Deus, foi aprovado dentro da margem do Minha Casa, Minha Vida. 

Nessa etapa, o contrato do financiamento foi enviado para a construtora para assinatura. Foram quase cem páginas em quatro vias de assinaturas, rubricas e vistos. Com isso, a gente pagou mais ou menos uns R$ 1 mil de taxas para registro da escritura e outras taxas de cartório que eu não sei direito quais eram.

Com nove dias depois da assinatura do contrato, a construção começou aqui. Agora, a cada etapa da construção, tem a vistoria do engenheiro da CEF para acompanhamento do cronograma da obra. Até a entrega da casa, a parcela que iremos pagar é bem pequena e vai crescendo conforme o andamento da obra. Junto com a parcela, também teremos a taxa da vistoria do engenheiro que ainda não sei o valor, mas pelas pesquisas no Google e em blogs amigos, talvez gire em torno de R$ 150,00 cada. Depois que a casa for entregue, pagaremos o valor cheio da parcela e ele vai caindo mais ou menos R$ 1,00 todo mês, durante os próximos 30 anos.

Bom, espero que se tiver alguém do outro lado interessado nesse processo, o post tenha servido. Dúvidas, se eu puder ajudar, estou a disposição.