Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Resenha - Lembranças

Oi, tudo bem?

Mais uma resenha de livros. Será que esse blog vai virar um blog literário? kkk. Ultimamente, não tenho muito para contar da minha vida pessoal - #semnovidades - então, prefiro preencher meu cantinho com coisas mais interessantes como as minhas leituras.

Parece que agora eu engrenei no ritmo de leitura: já foram 5 livros lidos até agora. Yupi!!!! 
O quinto livro do ano foi o segundo volume da saga Redenção da autora norte-americana Karen Kingsbury, lançado no Brasil pelo selo Pórtico da Editora Planeta.

tinha lido o volume 1, Redenção, no ano passado e me apaixonei pela família Baxter e todos os conflitos, encontros e desencontros pelos quais eles passam. O mais legal da edição é que ela sempre traz o primeiro capítulo do volume seguinte só pra te deixar com mais água na boca ainda.

No volume 2, vamos conhecer mais a fundo a história da Ashley, a caçula da família Baxter, logo após o período que ela morou em Paris.

Ela pretendia começar uma nova vida, porém, os erros cometidos lá continuam a assombrá-la. Ela fechou o seu coração, convencida de que ninguém poderia perdoá-la e de que os antigos amores estavam fora de cogitação. Mas quatro pessoas improváveis – pacientes com Alzheimer, agora cuidados por ela – encontraram as rachaduras de seu interior e, lentamente, a ajudam a se recuperar. 

A trama foi escrita durante o final de 2001 e intercala a história de amor de Ashley e Landon, um bombeiro pra lá de princípe-encantado com o pesadelo de 11 de Setembro. A vida da família Baxter jamais será a mesma. É o momento em que passam a se lembrar do que realmente importa na vida. 

Na contracapa, consta a frase "Uma história para aprender a lidar com tragédias, curar feridas e descobrir a importância de relembrar."

Particularmente, achei o volume mais trágico, daqueles que a heroína Kari sofre mais que mocinha de novela mexicana. O volume 2 é bem mais comovente, mas de uma forma mais branda. A personagem principal tenta recomeçar sua vida trabalhando em uma casa de repouso para pacientes com Alzheimer e as tramas desenvolvidas ali são de uma delicadeza impar, mesclando informações preciosas sobre a doenças e as escolas de tratamento.

O volume 1 deveria ter terminado com os acontecimentos do 11 de setembro, mas a editora que publica a série nos USA achou que seria melhor deixar esse enredo para o volume 2. E a coisa funcionou bem, mas senti que a abordagem ficou bem americanizada e para mim, brasileira-quase-nada-patriota, não funcionou muito bem.

Achei muito interessante os títulos do livro em inglês; uma pena que não prezaram por esse jogo de letras no português:

Série - Redemption (with Gary Smalley)
1. Redemption (2002)
2. Remember (2003)
3. Return (2003)
4. Rejoice (2004)
5. Reunion (2004)

Série - Redenção ** títulos e datas previstas
1. Redenção (2015)
2. Lembranças (2016)
4. Retorno (2017)
5. Alegria (2018)
6. Reunião (2019)

Confiram o livro no site da Saraiva e contem o que acharam.



quinta-feira, 28 de abril de 2016

Resenha - Para Poder Viver

Oi, tudo bem?

Mais um livro lido em 2016; e olha que a listinha está com sérias dificuldades para aumentar. Não tenho tido muito vontade de ler ultimamente; de fato, não tenho tido vontade de muita coisa ultimamente.

Mas se tem um tema que sempre me chama a atenção é a Coréia do Norte. Ô paísinho misterioso! Tem quem fale mal - e muito mal - e tem quem fala bem - e muito bem. Querem um exemplo? Tem um livro chamado Fuga do Campo 14, que conta a história de um sobrevivente de um dos piores campos de trabalhos forçados que existem na Coréia. Confira a história dele resumida aqui. O livro é muito forte e eu confesso que não consegui terminar. E sim, ainda hoje em 2016, existem campos de trabalhos forçados para condenados da justiça. Agora, a dúvida é se os condenados são mesmo os bandidos ou se os que condenam são os bandidos em questão.

Por outro lado, tem o time que defende a Coréia e diz que o país é lindo! Até achei uma página no Facebook falando sobre isso - clique aqui. Em uma das publicações, questionei a liberdade religiosa do país (que dizem que não existe) e outra pessoa me apoiou, citando casos que saíram na mídia sobre repressão religiosa. O autor da página nos disse que os estrangeiros - na sua maioria - são considerados espiões do USA e que eles sofrerem repressálias por isso. Foi até citado que os templos religiosos podem ser abertos no país, mediante autorização prévia do governo. Hum, interessante... e se o governo não autorizar???

Bom, no meio desse papo online, eu citei o livro que acabei de ler hoje e fui bombardeada com matérias que "desmentem" a autora do livro. No entanto, quando citei o livro Fuga do Campo 14, não tive resposta.

Enfim, vamos falar do livro Para Poder Viver, escrito por Yeonmi Park. Você já deve ter visto o vídeo da pobre oriental que chora ao contar a sua saga de sobrevivência rumo a Coréia do Sul (se não viu, o link está aqui). Então, ela é a autora do livro.

Yeonmi Park não sonhava com a liberdade quando fugiu da Coreia do Norte. Ela nem sequer conhecia o significado dessa palavra. Tudo o que sabia era que fugir era a única maneira de sobreviver. Se ela e sua família ficassem na terra natal, todos morreriam de fome, adoentados ou mesmo executados.
Park cresceu achando normal que seus vizinhos desaparecessem de repente. Acostumou-se a ingerir plantas selvagens na falta de comida. Acreditava que o líder de seu país era capaz de ler seus pensamentos.
Aos treze anos, quando a fome e a prisão do pai tornaram a vida impossível, Yeonmi deixou a Coreia da Norte. Era o começo de um périplo que a levaria pelo submundo chinês de traficantes e contrabandistas de pessoas, a uma travessia pela China através do deserto de Gobi até a Mongólia, à entrada na Coreia do Sul e, enfim, à liberdade.
Neste livro, Yeonmi conta essa história impressionante pela primeira vez. Uma história repleta de coragem, dignidade e até humor.Para poder viver é um testamento da perseverança do espírito humano. Até que ponto estamos dispostos a sofrer em nome da liberdade? Poucas vezes a resposta foi dada de modo tão eloquente.
A minha sensação, após o término do livro, foi que nosso país não difere muito da temida Coréia do Norte. Afinal, se formos avaliar as diferenças gritantes entre as metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro e o interior do sertão ou do Amazonas, já dá para entender que as divergências em nosso país vão muito além do que pensamos.
Sinceramente, a autora não me passou tanta credibilidade como no livro Fuga do Campo 14: algumas situações contadas no livro ficam mal explicadas ou sem final conclusivo; outras tem reviravoltas dignas de novela mexicana. 
Enfim, acredito que seja uma leitura válida para conhecermos outra realidade; outros costumes; outra cultura que é tão distante da nossa em alguns pontos, mas que conta com pitadas de realidades bem similares, infelizmente.
E aí, alguém já leu?!

sábado, 12 de março de 2016

Resenha - Melhor do que comprar sapatos

Oi, tudo bem?

Segundo livro do ano.. em março #vergonha.

Arrisquei no título Melhor do que comprar sapatos, da Cristiane Cardoso, publicado pela Editora Unipro.

Não sei se você já ouviu falar dela: filha do bispo Edir Macedo (já torceu o nariz?), casada com o Renato Cardoso, é apresentadora do Escola do Amor na Rede Record (torceu o nariz de novo?).

O livro, segundo o site da Livraria Cultura, não é simplesmente uma coletânea de artigos sobre a essência da mulher. O objetivo de sua autora, Cristiane Cardoso, é ir além e promover a transformação real do leitor, de dentro para fora. Sabendo que mudanças não acontecem da noite para o dia com a simples leitura de um livro, Cristiane aborda temas de importância para toda mulher. E todos esses temas apontam para o fato de que é preciso enxergar a vida mudando a nossa perspectiva. A partir dessa atitude, a autora defende que é possível ser uma mulher melhor em todos os sentidos. Como lidar com seus problemas? Quando um relacionamento funciona? Como é a vida da mulher de Deus? Você já foi rejeitada? Cristiane Cardoso responde a essas e muitas outras questões delicadas da vida da mulher, mantendo sempre o foco na capacidade de transformação que todo ser humano possui. Lançando mão de exemplos da Bíblia, a autora descreve condutas bem-sucedidas sustentadas pela extraordinária força da fé cristã, sempre renovada.

A vida é um constante aprendizado e a cada dia estamos a aprender algo novo que com certeza fará muita diferença num futuro não muito longe.

Ser mulher nem sempre é tão fácil como muitos imaginam. Passamos por tempestades dentro de nós mesmos.

Todos os dias a sociedade nos impoe muitas coisas, portanto devemos estar preparadas para saber o que fazer e como fazer e analisar o que queremos de fato para nossas vidas.

Eu até que gostei da leitura, mas o livro é bem auto ajuda - estilo que eu não gosto MESMO - e ele não tem uma linha de raciocínio do começo ao fim: é uma coletânea de textos que passam desde nossa vida espiritual, depois vai para temas da adolescência como o primeiro namoro e depois cai para criação de filhos e vida conjugal.

Até já tinha lido outro livro da mesma autora, o Casamento Blindado, que me acrescentou pouco dentro do que eu esperava. A leitura valeu a pena porque a gente sempre tira um ou outro ensinamento novo. Para quem não é cristão, talvez tenha um pouco de dificuldade de assimilar os valores apresentados ao longo dos capítulos, mas vale a pena para entender um pouco mais sobre a cabecinha feminina.





segunda-feira, 7 de março de 2016

Resenha - Depois de você

Oi, tudo bem?

Uau, já estamos em março, ok?! Meu Deus, o tempo está voando. 

Primeiro livro do ano? Em Março? É, gente. Infelizmente, o tempo está bem mais escasso agora e com o advento do netflix, tenho visto mais filmes e seriados do que lido livros.

E agora com a vida de esposa/dona-de-casa/profissional/filha/amiga/mil-e-uma-outras-funções, eu estou espantada de conseguir ter lido meu 1º livro do ano!

O primeiro da lista foi a tão aguardada sequência do livro Como Eu Era Antes de Você, da Jojo Moyes.

O título - Depois de Você - para mim, quase soou como um spoiler do que aconteceu no final do primeiro livro. Ok, ok, não vou contar para mim. Até porque teremos o filme em junho para ver, certo?!

Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Como eu era antes de você conta a história do relacionamento entre Will Traynor e Louisa Clark, cujo fim trágico deixou de coração apertado os milhares de fãs da autora Jojo Moyes. 

Em Depois de você, Lou ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la. Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.

Para mim, o livro decepcionou. Talvez porque o volume 1 tenha sido a maior ressaca literária da minha vida, eu fui com muita sede ao pote no volume dois e esperava outra história arrebatadora. 

Boa parte do livro é extremamente nostálgica e, em certos momentos, dá uma vontade de bater na Lou e gritar "Reage, garota", "Vai para arena", "Saí da moita".

Os personagens continuam a ser bem construídos e são fiéis ao primeiro livro, mas senti falta de algo mais. O tal elemento surpresa da história foi BEM surpresa mesmo, mas me irritou em certos pontos.

A leitura não correu leve pra mim, mas foi meio arrastada, quase obrigação já que ganhei o livro de presente de aniversário de mammy.

Para quem está interessado em saber o que aconteceu com a Lou, vale a leitura. Mas não crie muita expectativa.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Resenha - Amor de Redenção

Oi, tudo bem?

Mais um daqueles livros que super recomendo, que digo que você tem que ler, tem que ter e tem que passar adiante.

De cara, o que chama atenção neste livro é o vestido vermelho em relevo e com brilho e as quase quinhentas páginas... que, confesso, quase li em uma sentada.

A história se passa na Califórnia, por volta de 1850. Em uma época em que os homens corriam pelo ouro, desejando riqueza, e algumas mulheres vendiam seu corpo como um meio de sobreviver, não sabendo fazer nada além disso para terem um teto sobre suas cabeças.

Sarah/ Angel, cresceu nesse mundo, sem conhecer outra vida além da dor e sofrimento, causados a ela, sem que ela tivesse o poder, ou meios de mudar. Ela só conheceu a traição e maldade dos homens.  Desde pequena viu o desprezo do próprio pai e carregou o fardo de achar que não deveria ter nascido. Perdendo sua mãe ainda menina, foi vendida aos 8 anos de idade, como prostituta.

O meio que ela encontrou para sobreviver foi tornar-se indiferente e alimentar o ódio e indiferença em seu coração. E nada mais para ela importava. Não acredita em mais nada, nem mesmo em Deus. Angel perdeu completamente a fé, ou, talvez, nunca a teve.

Isso, até o dia em que Michael Hosea cruzou o seu caminho. Ele é um homem forte e determinado, que acredita devotamente em Deus, e obedece ao seu chamado, que lhe diz para que se case com Angel e a ame incondicionalmente. Aos poucos ele vai conquistando espaço no coração ferido de Angel, e ela começa a se abrir com ele. Mas ela não se sente digna desse amor. Angel não pode apagar seu passado, nem o desprezo que sente por si mesma. Ela foge. Foge de volta pro lugar de onde veio, pra longe do amor de Michael, morrendo de medo da verdade que ela insiste em negar: a sua cura se encontra naquele que ela por tanto tempo negou, mas que jamais a deixaria desamparada.

O início tem um ritmo mais acelerado para chegar logo à idade adulta da personagem. Quando finalmente chega, engata uma marcha mais lenta, mas ainda bem dinâmica, envolvente, legal de ler. Mais para a frente, lá pelo meio, o livro se arrasta um pouco, mas não torna a leitura cansativa. Lá para o final a história acelera novamente.  Deu uma certa tristeza quando acabou porque é difícil encontrar uma leitura tão agradável quanto foi Amor de Redenção.

Coisa rara hoje em dia, o livro traz uma mensagem positiva e que ajuda o leitor a crescer e a entender o amor sacrificial, o amor redentor. Ao terminar, a história continua em sua cabeça, pedindo para você pensar mais. 

Amor de Redenção é, para mim, o símbolo de um sonho. Ficção cristã é algo que eu acredito que deveria ser melhor explorado, tanto em livros para o público cristão quanto para o público em geral. Algo que alcance não apenas a cristãos, mas a todos os que gostam de boa literatura. Amor de redenção é um clássico atemporal, uma história transformadora sobre o amor incondicional, redentor e absoluto que está ao alcance de todos nós. Esse tipo de leitura facilita até a compreensão melhor da bíblia - para quem não sabe, o livro foi baseado na história bíblica do profeta Oséias que se casou com a prostituta Gomer por orientação de Deus, a fim de mostrar à sociedade da época que o amor pode vencer todos os obstáculos.

Esse é daqueles livros que te faz pensar. Pensar de verdade! Até onde achamos que uma pessoa merece uma segunda chance?

Os personagens de Amor de Redenção são marcantes, e cada um deles tem um papel fundamental no desenvolvimento da trama. Os sentimentos de cada personagem são muito bem explicados e explorados e ajudam o leitor a se envolver com a história.

A ambientação da época também é primorosa. Os cenários, as cidades surgindo e se desenvolvendo; e a descrição das vestimentas dos personagens são condizentes com a época. A autora optou por não usar uma linguagem coloquial, tipica da época, e fez uso de uma linguagem fluída e contemporânea. 

A profundidade da drama não está só no romance entre Angel e Michael, está mais além. Fala do que muita gente sente, do vazio nos olhos, da esperança perdida, de  achar que nunca deveria ter nascido, do passado cheio de vergonha, do preconceito,  do amor de Deus que surpreende até o pior dos pecadores. 

Em certas horas da leitura você enche os olhos de lágrimas, em outra chega a prender a respiração, em outro momento fica revoltado por um personagem ou outro ser tão teimoso.

Uma história mais que perfeita. Não tem como não se emocionar ou se sentir tocado. Temos tanto que melhorar em nossas vidas. Pessoas precisam da nossa compaixão e amor, mas as vezes somos tão mesquinhos que ignoramos, por preconceito ou por orgulho. Está na hora de amarmos, simplesmente porque Deus nos ama, e Ele não olha para o nosso passado, por mais vergonhoso que seja. Não importa o que você fez, Ele ainda te ama. Não merecemos isso, Ele sabe, mas não se importa, porque Ele escolheu nos Amar. Simples, perfeito e surpreendente assim.

A sua graça nos basta a e o seu amor nos completa. 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Resenha - Como eu era antes de você

Oi, tudo bem?

Faço a resenha desse livro, depois de ficar dias procurando algum livro interessante para ler na minha "pequena" biblioteca virtual de 802 títulos e me deparar com uma das histórias mais lindas que já li.

O que me chamou a atenção primeiro foi a frase de capa " Um livro magistral, com personagens carismáticos, verossímeis e absolutamente convincentes. Lou e Will vão conquistar os corações dos leitores como fizeram Emma e Dex, de Um dia" - The Independent.

Bom, eu sou apaixonada por Um Dia: li o livro, vi o filme, comprei o filme e sei as frases quase de cor. Então eu tinha que ler esse, certo?!

Segue:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

Eu já fiz isso uma vez aqui. Vocês também são como eu, que lêem o livro e já imaginam o personagem como algum ator conhecido? Eu confesso que a Lou logo veio na minha cabeça, mas o Will demorou para formar um rosto conhecido para mim porque eu achei ele um personagem tão único que não dava para comparar com ninguém.

Não dá para falar muito do livro sem entregar alguns pontos da história. Eu amei a Lou e me identifiquei bastante com aquela coisa que a gente às vezes tem de se conformar com a vidinha que levamos: emprego, família, namoro. Pra quê novidades? Logo, ela foi confrontada com um cara que sempre curtiu novidades, aventuras radicais e agora está preso à uma cadeira de rodas pro resto da vida.

O livro não é melancólico e nem meloso ou romântico em excesso. Gostei muito porque ele mostra com clareza o lado do cadeirante também: as dificuldades, medos, problemas, coisas que nem eu imaginava que uma pessoa assim pudesse enfrentar. E a história de amor e renúncia é muito tocante porque nos leva a pensar no outro, que muitas vezes pensamos só na gente, nos nossos sentimentos e esquecemos que o outro também tem direito à escolhas, decisões e, mesmo que elas sejam contrárias à nossa vontade, devemos respeitar o outro. Por mais difícil que seja.

Para quem se arriscar a ler, aviso: você vai chorar baldes de lágrimas. Não é um livro simples como A CULPA É DAS ESTRELAS. É uma história tocante de pessoas adultas, pessoas como eu e você que lidam com os mesmos medos e problemas que lidamos todos os dias. Lou poderia muito bem ser uma amiga do meu trabalho e a família de Will com certeza poderia ser alguma família rica que conheço na cidade. 

Se estiver a fim de uma leitura que vai te levar a refletir sobre temas como amor, amizade, entrega, relacionamento familiar e morte, leia COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ.

Ah... e uma foto do Will e da Lou da minha mente para vocês.




terça-feira, 24 de junho de 2014

A culpa é do choro mesmo

Oi, tudo bem?

Consegui. Finalmente. Assisti A Culpa é das Estrelas.

O filme estreiou no Brasil no dia 5 de junho e, dede então, eu estou tentando ir ver no cinema ou achar um arquivo decente para ver no computador.

Na minha cidade, infelizmente, o filme entrou uma semana depois, com dois horários disponíveis - que viraram um, apesar das filas quilométricas - e dublado. Affff.....

Na cidade vizinha, temos vários horários e cópias legendadas disponíveis, mas o preço do ingresso.... sem condições!

Na Internet, bem.. eu...hã... achei um vídeo alguns dias depois do lançamento. Como poderia descrever aquilo? A pessoa que filmou deve ter ido em um cinema com pulgas e comido muita pipoca. A imagem está escura, o áudio abafado, a câmera treme e sacode o tempo todo e só dá para ouvir um cof-rof-cof de alguém mastigando alguma coisa. Sem chance para ver o filme. Ah, e também era dublado, eca!

Então, tive a brilhante ideia. Como já li o livro, já sei o que me espera, certo?! Já tinha assistido Divergente com áudio original e legendas em espanhol e deu para entender tudinho - leio melhor do que falo espanhol.

Então, joguei no Google Download+the fault is in our stars e lá estava... um arquivo perfeito! Imagem de alta qualidade, som limpo e sem tremedeiras. Aleluia, irmãos!!!


A Culpa é das Estrelas - por ser um melodrama, é esperado que o romance apele para as emoções do público, partindo da identificação com os personagens. Mas ao contrário dos típicos “filmes para chorar”, que inventam sucessivos conflitos para tornar a história mais lacrimosa, este projeto anuncia desde o começo o único (e imenso) problema dos protagonistas: o câncer. 

Todos os conflitos serão decorrentes desta doença, sem tornar o calvário da dupla maior do que o necessário apenas para despertar o choro. Por isso, o projeto parece bastante honesto, e menos manipulador do que a grande maioria das obras do gênero. O tom do filme é permeado pela autoparódia como mecanismo de defesa: Hazel (Shailene Woodley) e Gus (Ansel Elgort) brincam com frequência com o fato de ter perdido uma perna, no caso dele, e de ter uma fraca capacidade pulmonar, no caso dela. 


É uma das raras produções adaptadas de uma obra literária que não parece corrida demais, sedenta para incluir o máximo de reviravoltas possível. O ritmo da narrativa é fluido, graças igualmente a uma edição discreta e eficiente. A sintonia entre os atores, as cenas mais belas do filme acontecem em silêncio, quando os dois se comunicam muito claramente com o olhar – como no primeiro encontro no grupo de apoio. 


Claro, para os fãs mais fervorosos, o filme tem algumas diferenças com o livro. E quem quiser detalhes pode ler aqui.  A verdade é que nem todos os momentos do livro, que tem 25 capítulos, poderiam caber num filme de 125 minutos. De todos os momentos que faltam, acho que os itens 6, 8, 9, 10, 11 e 12 da lista foram os mais sentidos por mim. Acho que foram tirados para deixar o romance mais comercial e menos sofrido que o livro #spoiler


Um resumo? A amizade levou ao amor. O amor os levou a uma eternidade, algo como um pequeno infinito. Quem não vai se emocionar com algo assim tão profundo e bonito? Preparem os lenços a história tem uma alta capacidade de enternecer. O filme não vai ganhar o Oscar, nem Cannes, nem Berlim. Ele vai ganhar seu coração! Não percam. O.K?

Ah, e eu chorei muito...



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Filme ou livro?

Oi, tudo bem?

Escrevo esse post depois de ver o filme A menina que roubava livros, adaptação cinematográfica do grande sucesso literário de Markus Zusak e fico com aquela dúvida: filme ou livro?

Tenho o livro desde dezembro de 2008 - ganhei no amigo secreto no trabalho de uma funcionária que achou que o título combinava comigo porque eu gostava de ler. Eu fiquei enrolando a leitura por quase cinco anos; sempre tentava começar e parava porque o início do livro é mórbido demais pra mim.

Daí, ano passado, eu vi o trailer do filme na Internet e resolvi que tinha que terminar de ler o livro antes de ver o filme porque eu adoro aquela sensação de familiaridade ao assistir uma história que já habitou minha mente antes.

Daí, semana passada, achei o filme para download na Internet e resolvi conferir porque não queria esperar até o final do mês para encarar a fila do cinema.

E o que falar do filme?

Bom, eu li o livro no mês passado, então, acho que já esqueci alguns detalhes. Li alguns comentários na Internet de gente que falou que o Rudy tinha que ser moreno, a Liesel não tinha olhos claros no original...sinceramente, não lembro desses detalhes.

[SPOILER... Não leia se você não quiser saber do filme sem ver]
.
.
.
.
.
.
.

Eu achei que o filme é bem fiel ao livro, dentro do possível para 2h10 de projeção. Muita coisa ficou de fora - os detalhes contados no livro que, pra mim, fariam bastante diferença no impacto emocional que a história tem.

A participação da narradora mais que especial, a Morte, pareceu muito pequena pra mim. Alguns dos momentos mais emocionantes do livro são nos longos pensamentos que ela discorre enquanto busca as almas durante a 2ª Guerra Mundial.

É claro que existem diferenças, cenas cortadas, eventos misturados e menor tempo para o desenvolvimento da estória, mas isso é algo que sempre vai acontecer quando se transforma um livro em um filme. 

A melhor escolha de todas foi o Geofrey Rush para fazer o Hans, com toda a certeza. Ele personifca com perfeição o físico e o emocional do personagem e é um dos poucos que me pareceu totalmente fiel ao original do livro.

A mãe da Liesel, para mim, pareceu no filme muito boazinha perto do original no livro. Não que ela seja má na história original, mas o livro consegue passar mais detalhes das suas atitudes ranzinas e rabugentas e, mesmo assim, você consegue enxergar o grande coração dela por entre tudo.

Um ponto que pra mim foi decepcionante foi a biblioteca da Ilsa. Pela descrição do livro, eu imaginava um cômodo muito maior, mais claro, com livros do chão até o teto e, no filme, é uma pequena sala com livros e fotos do filho falecido.

Muita coisa foi tirada do original, achei que algumas coisas que foram adaptadas não deveriam ter sido.

[FIM DO SPOILER]

Por isso, fica aqui a minha dúvida sobre o que é melhor: filme ou livro?

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Submissa?

Oi, tudo bem?

Acabei de terminar (hum, soou estranho kkk) meu primeiro livro do ano. O título, bem polêmico para os dias de hoje, é "Submissa? Todos tem um dono". A autora, Fabiana Bertotti, é esposa, cristã adventista, jornalista e tem um ótimo senso de humor (confiram o canal dela no Youtube aqui).

Há muito tempo eu acompanho a carreira dela e estou ensaiando a compra on-line do livro há alguns meses. Primeiro, eu ia me dar. Depois, o garoto ia me dar. Depois, minha mãe ia me dar. E, por fim, eu acabei me dando de presente de Natal - um dos cincos livros que ganhei no Natal hehehe.

Quase que ele não chega há tempo - outro ponto positivo da autora porque ela é super acessível no seu perfil do Facebook e respondeu minha mensagem sobre o atraso de entrega no mesmo dia e, três dias depois, o bonitinho exemplar chegava na minha casa por sedex.

O livro é bem direto e reto, do jeito que eu gosto e muito bem-humorado, como a própria Fabiana. Não espere um livro de auto-ajuda, daqueles cheios de "passo um", "passo dois", "regra três". Com uma linguagem bem mais prática e cheio de referências biblícas (e não-biblícas porque todo adventista que se preze tem que citar textos da autora Ellen White), o livro trata sobre temas que todo mundo quer saber mas tem vergonha de perguntar, principalmente as mulheres.

Serve para garotas, mulheres, senhoras e para qualquer ser do gênero feminino. O que eu achei mais legal depois de concluir a leitura é que ela dá um apanhado geral em todos os aspectos da nossa vida e mostra que não é porque você é crente que se preocupar com a aparência é pecado, irmã!  Mulher cristã tem sim que ser bonita, se cuidar para refletir o Espírito Santo que habita em nós. Não porque você é crente que não pode apimentar a relação com seu marido. Deus permite muita coisa entre quatro paredes desde que haja amor e concessão mútua dentro do relacionamento. E tem muito mais.

O título do livro refere-se ao polêmico mandamento biblíco que diz que a mulher deve ser submissa ao homem. Polêmico para os dias de hoje, certo?! Eu, que sou do tipo bem independente, apanhei bastante para entender o real conceito disso - e garanto que é bem diferente do tipo de submissão se vende por aí hoje em dia. Sim porque hoje ou temos os extremos das super feministas que nem querem homem por perto ou temos algumas "abençoadas" cristãs que pregam que a gente vire praticamente uma Rapunzel presa na torre, tipo donzela em perigo do século passado e eu não concordo com nenhum dos dois estilos. 

E se você não é cristã praticante e acha que o livro não vai servir pra você porque ai, só deve falar de igreja, bíblia, céu... fica tranquila e embarca na leitura. O bom humor da Fabiana serve para qualquer área da vida, você sendo cristã ou não. Afinal, todos estamos tentando levar uma vida melhor, mais leve e mais saudável né?!


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

#Alheio - Um livro novo

Oi, tudo bem?

Na rede, a gente faz muito amigos. Alguns só de rede; outros que vem parar na vida real e outros que são da vida real e ficam mais próximos na rede.

A Mirys é minha sister de coração - é irmã da minha melhor amiga depois da mammy - e tem um blog delicioso de ler, o Diário dos 3 Mosqueteiros.

Hoje, ela publicou o texto de um amigo dela... e eu fui "obrigada" a copiar por aqui porque a postagem é maravilhosa.

Divirtam-se, reflitam e tratem de ir preparando seu novo livro...


Quando 2012 começou, ele era todo seu.

Foi colocado em suas mãos...

Você podia fazer dele o que quisesse...

Era como um livro em branco, e nele você podia colocar um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração. Podia...

Hoje não pode mais; já não é seu, é um livro em fase final...

É um livro já escrito... Praticamente concluído.

Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo.

Estará fora de seu alcance.

Portanto, antes que 2012 termine, reflita, tome seu velho livro e o folheie com cuidado. 

Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo. Leia tudo...

Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo.

Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. Não, não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas.

Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue. 

Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins.

Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.

Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o. Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador. 

Não importa como esteja...

Ainda que tenha páginas ruins, entregue-o e diga apenas duas palavras: Obrigado e Perdão!!! 

2013 está chegando...

Ser-lhe-a entregue outro livro, novo, limpo, em branco, todo seu, no qual você irá escrever a História que desejar...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Demorou, mas voltei

Oi, tudo bem?

Nada como tirar uns dias de descanso, sombra e água fresca mais que merecidos. Depois da cansativa rotina dos últimos meses, finalmente os dez dias de paz e sossego chegaram. Pela primeira vez na vida, eu desliguei celular, me recusei a atender o telefone fixo e me entreguei a dez dias de total preguiça.

Antes de sair de férias, eu aproveitei o meu horário livre pra adiantar a faxina que costumo fazer na casa: arrumei armários, separei as coisas para doação, limpei os cantinhos da casa que ficam mais escondidos. Assim eu sabia que ia conseguir mais tempo livre para não fazer nada.

As minhas férias foram muito tranquilas, graças a Deus: eu fiquei boa parte do tempo em casa vendo filmes. A lista tá aí:

1) O preço do amanhã;
2) A era do Gelo 4;
3) Eu sou o nº 4;
4) Kung fu Panda 2;
5) Um dia (reprise mais que recomendada);
6) Ligado em você;
7) A fera;
8) Garota Infernal;
9) Um homem de sorte;
10) Monte Carlo;
11) Corajosos;
12) Branca de Neve e o Caçador;
13) Eu, Robô;
14) Sintonia de Amor (reprise mais que recomendada).
Também aproveitei para visitar as amigas que não via há tempos, colocar o papo em dia e acabei percebendo que muita coisa mudou porque as conversas com algumas estão mais próximas e outras estão muito mais distantes do que é a minha realidade hoje em dia... acho que o tempo tem esse poder: nos afasta de alguns e nos aproxima de outros... sei lá, estou meio filósofa. Tomei chuva, tomei sol, fiz pequenas caminhadas - nada comparado a dieta/regime que eu pretendia - e dormi. Dormi muito. Eu e a Nina dormimos até enrrugar...rsrsrs.

Realizei sonhos também: me dei de presente uma câmera fotográfica para garantir cliques atualizados das situações "emocionantes" da minha vida. Agora, cada piscada é um flash!!! Mas, na verdade, os flashs e os videos tem sido todos da Nina em todas as posições e momentos possíveis.

Também tive a oportunidade de bancar a ajudante do garoto. Há dias, o banheiro de casa estava com um cheirinho estranho: eu teimava que era cheiro de queimado, mammy teimava que era o cheiro do meu creme de cabelo que ficava parado no ralo. Até que ela foi lavar o banheiro em um sábado de manhã e pluft! O chuveiro parou de esquentar. Como o garoto trabalha na área elétrica, eu comentei com ele o que tinha acontecido e ele prontamente se ofereceu para trocar o chuveiro pra gente. E lá foi a novela...

Primeiro porque ele subiu em casa com todos os equipamentos e apetrechos necessários para fazer a instalação elétrica completa de uma casa....rsrsrs. Quando ele tirou o chuveiro do lugar... descobrimos que o coitadinho do equipamento estava todo derretido por dentro e foi por Deus que não aconteceu alguma coisa mais grave em casa com aquele trem fritando toda a vez que a gente tomava um banho. O garoto já queria trocar a fiação e fazer um monte de coisa que, na minha humilde opinião de leiga, poderiam ser deixadas para depois. Para garantir que não teríamos nenhuma falha técnica no processo, ele foi até a chácara da família falar com o sogrinho - que é da área da construção civil - para tirar todas as dúvidas. Voltamos, compramos um novo chuveirinho e lá fomos nós fazer a instalação. Graças a Deus, tudo deu certo e estamos com um chuveiro super gostoso graças ao garoto!!!

Enquanto eu descansava, o Toddynho estava no spa fazendo barba, cabelo e bigode. Ou melhor, motor, pintura e tapecaria. E durante as férias dele, eu me diverti com o Nino - que é o carro que pappy e mammy compraram há pouco tempo por um grande milagre divino: eles estavam pensando em comprar um carro bem mais barato, porém esse aí apareceu em um sábado de manhã, com um preço super acessível e como todas as qualidades que eles estavam procurando. Ainda bem que tínhamos o Nino porque eu não teria a menor condições de ficar circulando com a Jabulani (o antigo carro de pappy que mais parecia uma banheira velha sobre 4 projetos de pneus e cheia de detalhes e truques de funcionamento que só pappy entendia).

E por fim, descobri um sebo na cidade ótimo que comprou alguns livrinhos usados meus e que estavam emperrando espaço na minha caixa de livros. De quebra, ainda comprei por preço de banana o livro com o roteiro do filme UMA MANHÃ GLORIOSA...super recomendo!!!

E é claro que o garoto ficou estacionado no sofá de casa quase todos os dias à noite... a gente teve bastante tempo para curtir o clima love já que no meio das minhas férias, fomos comemorar o nosso primeiro aniversário de namoro...mas isso é história para o próximo post.