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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Bem vindo 2015!

Oi, tudo bem?

E a virada de vocês, como foi?

A minha foi bem sossegada. Na verdade, quase todo o feriado de final de ano foi bem tranquilo, não fosse pelo susto do Natal. Acho que não contei, né?!

Bom, apesar do falecimento da mãe de mammy bem pertinho do Natal, isso não influenciou muito nossas "comemorações" porque...bem...assim...não somos pessoas que comemoram Natal. No máximo, rola um almoço mais tchan em casa, mas nada de reunião de família, ceias à meia noite ou coisa do tipo.

Então, na semana do Natal, tive folga no trabalho - porque trabalhamos em esquema de plantão nesses dias - e aproveitei para colocar minhas atividades extra-curriculares em ordem. Claro que a minha querida doação de sangue estava entre elas.

Aproveite a manhã da véspera de Natal e fui no Hemonúcleo. Tudo certo, exames feitos, pronta para doar depois de uma longa conversa com o médico responsável - com direito àquelas perguntinhas bem constrangedoras e um papo sobre dengue porque ele teve dengue em 2014 e pediu para eu contar a minha experiência de 2013. Durante a doação, recebemos a visita dos Doutores da Alegria na sala de doação e foi bem legal porque eu nunca tinha visto eles de perto. Já até pensei em me inscrever no voluntariado do hospital, porém é bem complicado e trabalhoso entrar para o grupo, o que acabou me desanimando um pouco.

Saí da sala de doação e fiz tudo direitinho: comi bolacha salgada e doce, tomei suco, esperei um pouco. Fui pra casa e fiquei bem sossegada, sem fazer muito esforço e curtindo o feriadão. De repente...

No meio da tarde, comecei a ter aquelas sensações de pressão baixa: calafrio, moleza, tontura. E acabei fazendo a besteira - BESTEIRA MESMO - de colocar sal embaixo da língua. Gente, a minha pressão deve ter subido tipo trem bala porque daí sim eu comecei a passar mal. Não conseguia parar em pé, meu corpo começou a formigar inteiro e eu não conseguia me mexer. Mammy disse que passei da cor branco pálida no lábio pro roxo morte e que minhas orelhas ficaram vinho. Fiquei deitada no sofá da sala e mal conseguia respirar, parecia que minha língua estava entrando garganta a dentro. Juro que, para mim, eu estava tendo ou uma convulsão ou um AVC.

Mammy ligou pro SAMU e o médico disse para me deitar com as pernas para cima e aguardar atendimento. Aos poucos, fui voltando ao normal mas fiquei extremamente assustada e ainda tive pesadelo com aquilo por algumas noites. Que sensação horrível! 

Segundo a enfermeira do SAMU, o acontecido nada teve a ver com a doação de sangue, mas como eu já passei mal na primeira vez que doei, acho que vou ter que deixar essa atividade de lado. Pelo menos, por enquanto.

No dia de Natal, teve churrasco da família do garoto na chácara deles e eu fui, meio contrariada no início porque o garoto não deu a devida atenção ao que me aconteceu na véspera. Só que, por incrível que pareça, achei meu lugar. Fiquei na cozinha, lavando louça, fazendo vinagrete, arrumando as coisas e nem precisei fazer muito social com os parentes - coisa que eu não levo jeito mesmo.

A virada do ano foi em casa mesmo, porque ninguém quis ir na igreja, mas consegui assistir a vigília da virada da minha igreja pelo Youtube ao vivo e fiquei muito feliz porque entrei o ano orando e louvando a Deus pelo sustento de 2014 e 2015 que virá.

Feliz ano novo para todo mundo aí e vamos garantir que o ano seja cheio de paz, amor e Cristo na vida e coração de todos.



sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Presentes de Natal

Oi, tudo bem?

Ho ho ho. Papai Noel chegou. Como passaram de Natal? Espero que bem, sem exageros de comida ou bebida e sem a hipocrisia que rege algumas festa de família, infelizmente.

Bom, faz tempo que estou para publicar este post sobre os presentes de Natal que escolhi dar esse ano. Na verdade, nós damos esses presentes todos os anos mas acho que nunca falei deles por aqui.

Já somos colaboradores do Portas Abertas há alguns anos. Pra quem não conhece, Portas Abertas ou Open Doors é uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países onde existe algum tipo de proibição, condenação, execução ou ameaça à vida das pessoas ou à sua liberdade de crer e cultuar Jesus Cristo.Na Coreia do Norte - muito em moda agora por causa do ataque da Sony - é proibido ser cristão. Todos os cidadãos são obrigados a adorar somente o presidente do país Kim Jong Il. Quem assume a identidade cristã é punido com morte ou prisão em campos de trabalhos forçados. No Brasil, nossa missão é divulgar essa dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus, encorajando os brasileiros a orar, contribuir e se mobilizar no serviço e socorro à Igreja Perseguida. Como os cidadãos brasileiros têm liberdade para praticar qualquer religião, não existem projetos de campo da Portas Abertas por aqui. Nosso escritório, com sede em São Paulo, existe para conscientizar e mobilizar os cristãos brasileiros a socorrerem os cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras. 

E, em meio aos preparativos do fim de ano, como ficam os cristãos que vivem nesses países? Por isso, eles oferecem a oportunidade de contribuirmos com orações e donativos para projetos que farão a diferença nesses países - nossos presentes de Natal.

Esse ano, graças a Deus, tivemos a oportunidade de ajudar em três projetos:

Crianças: Entrega de 5 bíblias infantis ilustrada em cores para crianças indianas. Em regiões muito afastadas, os cristãos geralmente não têm condições de adquirir uma Bíblia especial para crianças, que nem sempre se interessam pela versão tradicional, em preto e branco e sem figuras. 

Refugiados: Segue uma história: O nigeriano Pedro nos telefonou no meio da noite. Contou sobre cerca de 300 crianças, entre 2 e 12 anos, que aparecerem em sua vila. Elas ficaram órfãs quando seus pais foram mortos ou sequestrados por causa do conflito, e fugiram de suas aldeiras. Ao chegar na vila, eles abrigaram esses pequenos refugiados em casa e Pedro já tinha 45 delas sob sua tutela. Para ajudá-los, a PORTAS ABERTAS entregou cestas básicas e prestou serviços de apoio físico, emocional e espiritual. A ajuda serviu para atender 2 famílias de refugiados em países com zona de conflito.

Mulheres: A ajuda patrocinará a formação profissional de 2 cristãs perseguidas, dando-lhes um trabalho digno. Eles mantém, por exemplo, um centro de de cursos de costura e bordados na Índia para profissionalizar viúvas que não tem como se recolocar no mercado de trabalho e precisam sustentar suas famílias.

Tenho muita alegria e orgulho de poder participar desse ministério. Além da ajuda espiritual que é muito importante, eles também vêem o lado prático da coisa com ajuda de cestas básicas, formação profissional e atendimento psicológico e médico para cristãos que sofrem perseguições em vários países ao redor do mundo.

Se quiser conhecer mais e se juntar à gente, clica aqui.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dezembro

Oi, tudo bem?

Puxa vida, já chegamos em dezembro. E com ele, lá vem aquela correria de natal, compras, presentes, confraternizações, futilidades, falsidade e tudo que tem todo-santo-ano.

É, eu não gosto dessa época do ano porque acho que tudo fica muito vazio de sentido: as pessoas correm para se endividar com presentes, mas não doam nenhum centavo para caridade. Ou doam só nessa época do ano e esquecem de ajudar durante todo o próximo ano. As festas de trabalho geralmente reunem pessoas que se odeiam o ano todo, "furam o olho" de todo mundo e agora são só sorrisos e "boas festas" pra lá, "boas festas" para cá. Isso sem falar nas famosas festas de família... 

Por isso, acho que esse ano eu não vou dar presente para ninguém. E também não quero ganhar presente de ninguém. Prefiro buscar o verdadeiro sentido do natal que está há muito esquecido por todos: o nascimento do Salvador. Ontem, por exemplo, teve a descida do Papai Noel na praça da cidade e o trânsito ficou impossível - em pleno domingo à noite. Mas, garanto, que para uma missa, culto ou qualquer celebração religiosa que lembre o verdadeiro sentido do Natal, não teríamos tantos carros assim.

Enfim, apenas um desabafo de alguém que está cansada desse mundo.

Mas, apesar de tudo isso, tive um presente muito legal de final de ano: dois dias na minha terrinha!!! Há muito tempo, muito mesmo, eu não ia para Sampa para ficar mais de um dia: sempre eram viagens de excursões ou o famoso bate-e-volta do trabalho. Mas dessa vez, meus dois queridos chefes resolveram que iríamos um dia antes para não ter que viajar de madrugada na pista.

Claro que viagem comigo sem mico, não é viagem. Começou com minha querida chefa que se atrasou para me pegar, bateu o retrovisor do carro na pressa de ir alinhar os pneus e nos fez ter que trocar de carro com o marido dela antes de sair. Chegamos em Sampa depois de muita chuva, um trânsito daqueles por causa de um comboio de alguém importante que parou a Rodovia Bandeirantes, e alguns "perdidos" na Terra da Garoa até chegarmos ao hotel.

Como fazia muito tempo que não ia nesse hotel, cheguei e fiz check in para ir pro quarto. Entrei no quarto - consegui abrir a porta com o cartão kkk - mas as luzes estavam apagadas. E procura daqui, procura dali, aperta aqui, aperta ali e nada. Tudo escuro. Tive que me render: liguei para minha chefe do celular e perguntei se estava fazendo alguma coisa errada. "Coloca o cartão no interruptor que liga tudo" kkkkk. E se fez a luz!

Não deu para passear muito - a reunião de trabalho tomou o dia todo - e só fomos em um shopping próximo ao hotel, o Pátio Higienópolis. Deus para tirar várias fotos da decoração de natal que é encantadora, mas, como disse, os preços do Natal não ajudaram muito e nem deu para comprar uma agulha lá. 

Posso ser sincera? Estranhei para caramba essa viagem. Fiquei com uma saudade doida de casa, da Nina, da mammy e estranhei muito conversei com a garoto só de longe. Fritei a noite toda na cama, espirrei hororres por causa do ar condicionado do quarto que era só poeira e conclui que: Não pertenço mais à Sampa. 

Depois da reunião do trabalho, voltamos para esquentar as turbinas para o recastramento de clientes para o ano que vem. E, nesses dias, sempre tem as pérolas que somos obrigados a ouvir e que dariam para escrever um livro. Teve a cliente que não pôde se cadastrar de uma determinada forma por ser menor de idade e foi orientada para a mãe para partir para o ramo da logísitca para "trabalhar em loja, ser balconista". Teve o outro cliente que iria acertar o seu atendimento para aos sábados de manhã, mas queria ser saber se "tinha que ser de sábado mesmo, ou se o sábado só estava lá marcado".  E teve também o candidato novo, que infelizmente quis falar bonito e pediu para minha colega "diminóia o negócio aí".

É, minha gente: a gente trabalha muito, mas também dá muita risada.