quarta-feira, 18 de abril de 2012

Férias

Oi, tudo bem?

A partir de hoje, estou oficialmente de férias. Dez dias para descansar e colocar as pendências da vida em casa.

O primeiro dia de férias foi a correria mor: acordar cedo, ir pra fisioterapia, depois descer no trabalho para terminar de deixar as atividades das minhas férias em dia; fui no centro para comprar a geladeira com mammy - no último final de semana, nossa querida geladeira de quase 20 anos resolveu deixar esse plano terreno e precisamos comprar uma nova e mais econômica; fui no banco pagar a taxa de renovação da cnh, fui no médico para fazer o exame de renovação da cnh, fui na delegacia para deixar toda a documentação de renovação da cnh (#ficaadica: se você tiver tempo, faça todo o processo de renovação da cnh por conta própria porque as auto-escolas estão cobrando mais caro. É só agendar no site do DETRAN do seu estado o dia para ir na delegacia e lá eles te passam o passo-a-passo do processo); fui falar com uma amiga minha que é da área de fisioterapia sobre meu dedo, fui levar meu micro velho para fazer backup nos dados do micro novo (yes! Comprei um micro novo que vai ser entregue até o final da semana!!!); fui acompanhar o garoto na consulta ao dentista dele (não, não precisei entrar para segurar a mão dele na hora da anestesia...rsrsrs); fomos no culto na minha igreja (e assim como o pastor da igreja dele, o meu pastor também orou para gente e pro nosso namoro e a oração foi linda - ele pediu pra Deus nos dar a direção certa e nos manter no caminho DEle acima de tudo); fomos dar uma volta para buscar mammy no trabalho.

Depois de tudo isso, eu só quero cama para começar aproveitar minhas queridas férias!!!!

domingo, 15 de abril de 2012

A lasanha de mammy

Oi, tudo bem?

Depois de alguns testes com a Nina, hoje começamos a executar os protocolos básicos de início de namoro: os almoços.

Primeira vítima: o garoto, é claro. Ele foi pego de surpresa porque eu não sabia se o clima ia estar bom em casa até o último segundo. Então, domingo de manhã, ele passou aqui para eu acompanhá-lo no culto da igreja dele e eu fiz o convite que foi aceito na hora que eu informei o cardápio: lasanha.

A segunda experiência na igreja dele não foi lá muito legal porque o lugar estava uma sauna de tão lotado e quente porque veio um convidado de outra cidade para fazer o culto. Tivemos alguns momentos meio chatos com algumas práticas da igreja dele que eu não concordo muito, mas fiquei na minha, quieta e só observando.

É claro que ele estava uma pilha de nervos pra variar e ficava me perguntando a cada segundo se eu estava gostando, se eu estava à vontade, se eu queria ir embora.

O almoço em casa foi tranquilo: ele comeu por duas vezes e adorou a comida da minhã mãe. Passou a tarde toda em casa, conversou com pappy, mammy, brincou com a Nina - dessa vez, ela não envergonhou ninguém - e foi aprovado pela família.

Agora, no próximo domingo é a minha vez.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Odeio médicos

Oi, tudo bem?

Eu odeio médicos. Odeio essa raça estranha que estuda por sei-lá-quantos-anos e não sabe te dar uma diagnósticos animador. Que olha para sua cara e nem se digna a se compadecer com seu problema - apenas te analisa como se você fosse um ratinho de laboratório.

Tive retorno no ortopedista hoje para avaliar a situação da minha patinha depois de quase trinta dias do acidente. O dedo continua bastante inchado, doendo e a movimentação está bem comprometida. O médico olhou, olhou, disse que o caso estava "dentro do esperado" e me encaminhou para a fisioterapia para "amenizar" os danos.

Poxa vida, faz trinta dias que estou mal para caramba, nem estou conseguindo trabalhar direito e ainda vou ter que encarar mais sessões de fisioterapia para ver se meu dedo vai melhorar?! Custava ter falado isso antes.

Nem preciso dizer que saí do consultório arrasada, chorando horrores e bem desesperada porque achei que não ia melhorar. O primeiro que levou a culpa foi o garoto - mentalmente, é claro, porque nunca faria isso com ele. Quem teve que aguentar meu acesso de pânico foi mammy.

Mas Deus é tão maravilhoso que meu deu a melhor mãe do mundo, com uma paciência infinita e com uma habilidade de olhar o lado bom da coisa dentro das maiores tragédias. Depois de uma boa conversa com ela e de um tratamento de choque, eu estou um pouco mais esperançosa que meu caso vai ter jeito.

Graças a Deus, a fisioterapeuta atende pelo convênio médico do meu trabalho e comecei as sessões hoje bem cedinho, às 7h30 da matina....rsrsrs. A ala onde eu faço os exercícios fica dentro de um dos principais hospitais da cidade e tem de tudo: gente que sofreu acidente grave de moto, de carro, gente se recuperando de câncer, de cirurgia, gente com doença nos ossos.

A maioria são velhinhos - o que faz o lugar parecer uma filial do asilo - mas todos são muito gente boa e me receberam muito bem, talvez por eu ser uma das mais novinhas. Ah, e tem uma garotinha de uns 8 anos que também faz no mesmo horário que eu porque foi atropelada.

As histórias são a melhor parte da lição de vida: a velhinha que trincou o joelho porque tentou "ajudar" a doméstica que a filha contratou para manter a casa dela limpa e foi levantar um sofá sozinha; a moça que foi arremessada da moto por um outro idiota que fechou ela no trânsito; uma senhora que teve paralisia facial e nem ouve ou fala direito.

A verdade é que você começa olhar ao redor e vê que seu problema nem é tão grave assim e que, no final das contas, você tem é que ser grata a Deus.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Em obras

Oi, tudo bem?

Estarei em obras nos próximos dias por causa da saúde da minha patinha....

Vou, mas volto tá?!

domingo, 8 de abril de 2012

Operação Nina

Oi, tudo bem?

Feriadão de Páscoa é tudo de bom, certo?! E o meu não podia ser menos especial. Começamos uma pequena operação de guerra em casa: acostumar a Nina com o garoto.

Ele já conheceu o sogro em uma situação bem inusitada; já conhecia a sogra desde o começo; mas ainda faltava a parte mais difícil da família: a caçula da casa. A Nina é um doce, uma gracinha de cadelinha que poderia ter facilmente morado na Europa de tão mimada. Mas quando chega alguém perto da nossa calçada... (é isso mesmo! Ela fica sentada na parte mais alta do sofá que dá para pendurar a cabecinha na janela da sala e fica fiscalizando quem passa), a branquinha desce do salto e liga a sirene, quer dizer, o latido.
Então, sempre que vem alguma visita em casa - o que costuma ser muito raro mesmo - alguém tem que sair correndo com a baixinha antes que ela cause um dano no ouvido do pobre coitado do convidado.

Mas com o garoto precisava ser diferente, afinal de contas, ele vai frequentar minha casa a partir de agora (e espero que seja por um longo tempo). Nada melhor que convidá-lo para assistir um filme em uma sexta à noite.

O filme escolhido foi A SAÍDA DE MESTRE, versão dublada (porque ele não gosta de filme legendado #snif) que passou no TELECINE ACTION. Deixei a casa bem limpinha, arrumadinha, fiz umas compras de guloseimas no supermercado e tentei me preparar psicologicamente para o pior - a caçula não aceitá-lo. Ele chegou pontualmente e veio munido de chocolate (ponto para ele) - ele ligou antes porque estava no supermercado e queria saber se precisava levar alguma coisa. Eu falei que não porque já tinha feito umas comprinhas e aquele telefonema me deu um vislumbre do nosso futuro quando ele vai às compras, enquanto eu estou no trabalho...ai,ai,ai.

A Nina ligou a sirene, quer dizer, o latido na hora em que ele encostou o carro e não parou até que minha mãe levou ela pro quarto. Mas antes, ela tinha que me trincar a cara...

Ela pulou no sofá, abanhando o rabinho e eu achei que ela ia agradar o garoto. Isso também aconteceu e eu até respirei aliviada; até ela sair do sofá e a gente perceber que ela tinha feito xixi na capa novinha e limpinha que eu tinha colocado no sofá depois que terminei a faxina. Ninaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Ainda bem que ele também tem cachorro e gosta - gosta mesmo - de animal como eu. Então, graças a Deus, ele levou a situação numa boa e até fez piada.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jogos Vorazes

Oi, tudo bem?

Para quem é fã de cinema - e eu sou uma dessas das mais fervorosas - o assunto dos últimos dias foi a estréia do filme Jogos Vorazes. Confesso que não li o livro (#vergonha) e nem tinha ouvido falar da febre que tem sido a coleção inteira. Mas eu já tinha visto o trailer no final do passado e estava esperando ansiosa pela estréia. Tudo bem que na minha querida cidade, o filme chegou em cópia dublada (eca!), mas o meu garoto gosta de filme assim (ele tinha que ter um defeito né?!) e eu encarei uma sessão pipoca em português com ele.

Bom, para quem não está a par do filme ou do livro, a história se passa num futuro distante, onde boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os seus 12 distritos. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

Em algumas críticas que li na Internet, falaram que o filme foi bem fiel ao livro. Não posso garantir isso porque não li nenhum dos 3 livros lançados no Brasil, mas gostei que o filme é bem rápido e você não tem muito tempo para destrinchar cada informação - a emoção vai acontecendo a cada cena. Os coadjuvantes de luxo do filme são uma diversão a parte: Seneca Crane (Wes Bentley) com suas cenas na sala de comando que são ótimas; a pequena - mas dizem que importante - participação do Presidente Snow feito pelo maravilhoso Donald Sutherland; os que eu mais gostei que foram o Haymitch (Woody Harrelson - hilário em cada aparição)e o estilista Cinna feito brilhantemente (apesar de nem todo mundo concordar, eu adorei) por Lenny Kravitz que tem muito carinho e cumplicidade com a heroína do filme, Katniss. Durante a sessão do filme, sentamos no fundão do cinema, perto de vários adolescentes. Era hilário ouvir a cada cena que o Lenny Kravitz aparecia, aquele bando de "crianças" desinformadas perguntando entre si "É aquele cantor?! O Lenny Kravitz?!". Caramba, ninguém lê crítica de filme antes de ir ao cinema?!

Gostei bastante da crítica ácida e quase nada velada do filme ao sistema que vivemos hoje em dia na mídia: assistindo ao filme, não fica difícil imaginar que um reality show como aquele bem que poderia virar realidade num futuro não muito distante. E estão presentes todos os ingredientes de um bom reality show: o apresentador carismático Caeser Flickerman (muito bem interpretado pelo caricato Stanley Tucci) que sabe prender a platéia com seus comentários (Alô, Pedro Bial!); o casal romântico da história que precisa se unir para sobreviver ao reality show, a boazinha, o vilão que quer jogar para ganhar a qualquer preço, os patrocinadores que fazem toda a diferença durante a história e, é claro, o público cego que só quer assistir ao reality show e que não pensa nas sérias consequências que aquela exibição pode ter.

Assistir ao filme foi muito divertido também. Chegamos no cinema com uma senhora antecedência de horário porque fiquei com medo de pegar uma fila gigante de adolescentes aficcionados - com acontece com os filmes da saga Crepúsculo, Harry Potter e outros. Fila não tinha; então, o garoto resolveu me levar para passear no shopping. Bem em frente ao cinema, tem uma joalheria... bom, nem preciso dizer que ele me puxou pra dentro da loja para olharmos aliança de compromisso... #socorro!!!

Tudo bem, tudo bem. Eu admito que adorei a idéia. Admito que, como diz uma amiga minha, eu estou cedendo ao "lado negro da força"...rsrsrs. Mas, às vezes, assusta pensar que a coisa está ficando séria, pra valer. Pela primeira vez na minha vida inteira, estou com um cara que diz que me ama todo santo dia, não passa um dia sem falar comigo, me trata bem, me respeita (e como respeita! A melhor qualidade dele de loooonge) e que está fazendo planos para o nosso futuro, apesar de toda a "resistência" que eu apresento. É muita informação junta para eu processar de uma vez. Por favor, não me entendam mal, ok?! Estou muito feliz, mais feliz do que eu poderia imaginar que ficaria um dia. De repente, as letras românticas de música fazem sentido, as cenas de casal de novela ficam familiar e pensar em dividir a vida com alguém não soa mais tão distante assim. Mas, mesmo assim, assusta!

Não, não compramos a aliança naquele dia. Mas, já deu pra ver que ele tem um ótimo gosto pra jóias. E, pra melhorar, o garoto não gosta de piquenique na sessão do filme, não gosta de gente falando no meio do filme e nem gosta de cinema lotado. Começo a acreditar que Deus resolveu mandá-lo sob medida pra mim, não?!

terça-feira, 20 de março de 2012

Caso sério

Oi pessoas, tudo bem?

Depois de um longo e tenebroso inverno, estou retomando minha sagrada vida on line e pretendo manter esse cantinho mais atualizado (hum...acho que já fiz essa promessa algumas vezes, certo?!).

Depois de todo o susto que passei, as coisas estão entrando nos eixos por aqui... Na semana passada, além do acidente tivemos 3 dias de auditoria no trabalho. E, dessa vez, o negócio foi bem focado nas atividades minhas e de uma outra amiga. Bom, nem preciso dizer que na sexta-feira - quando a auditoria terminou com resultados ótimos - a vontade de todos era comprar uma pizza para comemorar, né?!

A minha comemoração foi com o garoto...rsrsrs... É, minha gente, a coisa está ficando séria. Mesmo depois de destruir a porta do carro dele (#semquerer....), tratá-lo com um certo distanciamento na última semana (acho que o susto do acidente me afetou e muito), ele continua firme e forte comigo e sem mudar um detalhe.

Dá pra acreditar?!

No final de semana, deu pra gente curtir bastante a companhia um do outro na festa de aniversário de uma amiga. Bom, temos uma nova amiga candidata à noiva que veio pedir minha ajuda para organizar todos os preparativos por causa da minha vasta experiência no currículo (vide A saga do Casamento parte I, II...). Por essas e outras, o assunto CASAMENTO veio à tona entre a gente... e... a coisa está ficando séria mesmo!

Nada pessoal,ok?! Não quero compartilhar exatamente tudo que conversamos, com toda a riqueza de detalhes, mas eu estou com o estômago gelado e extremamente espantada como as coisas estão indo. Ponto final.

Ah, mas é claro que nem tudo foram flores. O ex-ex tinha que aparecer, né?! E fez um comentário muito sem graça para o garoto, sobre o fato de que EU fui a culpada do que aconteceu e que, da próxima vez, eu deveria deixar o caminhão bater em mim ao invés de deixar bater na porta no carro. Hunf...

É claro que eu deveria dar meu troco para esse idiota, certo?! Ele chegou no meio da roda, fazendo graça e querendo saber como estava minha mão (Ah, e não basta perguntar; ele tem que vir colocando a patinha dele em mim...ergh!). A cena foi, no mínimo, hilária: eu fiquei abraçada com o garoto, de costas pra ele, e não me dei ao trabalho de virar para falar com ele - apenas disse que a mão estava ótima.

Daí, pra descontrair o clima que começou a ficar pesado, o pessoal resolveu brincar sobre o fato do garoto ter conhecido o sogro na porta do pronto-socorro e o ex-ex quis desmerecer o meu garoto por isso. Claaaro que eu não ia deixar, né?! No meio da galera toda, com todos nossos amigos presentes, abraçada ao garoto com o ex-ex nas minhas costas, eu soltei a frase "Mas dessa vez, meu pai gostou do que viu".

Silêncio no recinto.

Ninguém falou nada.

Deu até pra sentir a respiração suspensa de todos para ver a reação de alguma das partes.

O ex-ex simplesmente saiu de trás de mim e foi comer. Sem dizer uma palavra.

Touché!