Feriadinho produtivo

Oi, tudo bem?

Semana que começa com feriado é tudo de bom, né?! Quase sempre, a resposta é sim. Meu feriadinho até que foi tudo de bom, apesar de um ocorrido triste.

É que foi aniversário da minha cidade na terça: daí, a gente emenda sábado-domingo-segunda-terça! No sábado, era para ter organizado uma pizza ou churrasco em casa com os amigos; como cada um está em um ritmo agora (tem os amigos que estão com filho pequeno, tem o amigo que começou a namorar agora), acabou saindo só a gente e mais um casal de amigos. E acabou rolando um stress entre o garoto e eu porque eles vão viajar e a gente não consegue fazer nada por causa da incerteza da renda dele, uma vez que o garoto é autônomo. Rolou uma briguinha básica.

No domingo, a gente nem saiu de casa porque fomos dormir super tarde e perdemos a hora do culto da manhã na nova igreja que estamos indo. Fomos almoçar na mammy (lasanha e carne assada para o dia dos pais) e depois passamos na casa do garoto para dar o dia dos pais do sogro. Fomos pagar as contas no centro e bateu o nervoso porque a conta bancária está baixiiiinha... mas as contas estão em dia, glória a Deus por isso. Por fim, problemas de dinheiro e stress... Rolou um briguinha básica.

Segundona, peguei firme já cedo: limpei a casa, lavei roupa, fiz almoço e terminei as minhas revisões de armários (dvds, livros, sapatos, roupas... totalizei quase 150 peças de roupas, já descontando as que tirei para doação. É, estou longe de ter um armário minimalista hihihi). Saí à tarde com mammy e estou progredindo no quesito controle financeiro: consegui sair e comprar só o que tinha planejado mesmo (um limpador de pincéis de maquiagem com um cheirinho delicioso da Dailus e um pente de madeira de dentes largos). Ficamos em casa à noite e rolou um pequeno stress por um probleminha de intimidade.

Terça feira... o dia poderia ter começado bem, #sqn. Acho que já falei aqui que o garoto é apaixonado por aquários e temos dois em casa (o que me causa uma grande conta de energia elétrica): o da sala é só de kinguios - os meus gordinhos de estimação e todos tem nome: Negão, Cegueta (sim, nosso sobrevivente ainda persiste), Tumor, Bola, Pompom, Marquinho, Cambalhota, Palhaço, Vovô e Fofão (acho que não esqueci de nenhum) - e o do home office que é de umas espécies malucas, meio briguentas e carnívoras. O garoto tem mais carinho pelo aquário do fundo e, principalmente, pelo lepisosteus boca de jacaré que ele conseguiu amansar à ponto de comer só ração e abandonar o hábito de comer pobres peixinhos indefesos (tudo que ele andou comendo alguns do aquário sem autorização, mas isso é história para outro dia). 

Terça à noite, o garoto recebeu um amigo em casa, enquanto eu terminava a faxina do guarda roupa e acabou alimentando os filhos meio que rápido. Ele foi dormir cedo e eu fui dormir super tarde e fiquei na sala até quase às duas da manhã, vendo o documentário The True Cost (super recomendo) e juro que não ouvi nada de diferente. Pela manhã, o garoto foi ver os filhos e se deparou com uma cena digna de CSI: o mascote lepisosteus tinha se jogado do aquário e se debateu por todo o chão do quarto até morrer. Tinha sangue para tudo que é lado (é sério!) e tive que limpar o chão com bombril e detergente para desfazer a cena do crime direito. 

Pensa no momento fúnebre que foi o feriado! O cadáver do pobre coitado ficou de molho na água até o final do dia: era para ter dado um enterro digno no terreno do lado, mas começou a chover e o garoto não quis pisar no barro. Chegou a noite e aquele negócio estava cheirando na lavanderia: dei uma espanada no garoto porque ele se disse tão sentido com a perda, mas nem se dignou a enterrar o pobre coitadinho. Por fim, ele foi para lata de lixo. Rolou uma briguinha básica.

De saldo do feriado, ainda temos vários filmes (O Terminal em momento reprise; Velozes e Furiosos 8, Carros 3, Argo e The True Cost), uma boa faxina nos armários de casa e a expectativa para o próximo feriadão que virá no mês que vem! 

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