Enfiada no quarto.
Digitando um post pro blog. O feriado me trouxe muitas coisas. Uma foi poder ver Mark Wahlberg em cena no SAÍDA DE MESTRE, que o SBT exibiu no domingo. Outra coisa foram as fotos do show do roupa nova que eu peguei na casa da Mona na sexta feira. Outra foram as compras solitárias que fiz no sábado (e que me renderam 3 blusas, um tênis e vários cremes novos) e a compra coletiva com as meninas do escritório para o presente da filha do chefe. Mas a maior de todas veio na segunda.
Navegando pelo orkut, andei fuçando nos perfis de sempre (leia-se ex) e acabei vendo uma msg muito estranha “...viu vai casar manda convite se nao te dou presente...”. Eu nem posso acreditar que a pessoa está cogitando a possibilidade de subir ao altar; tá de brincadeira né?! Uma coisa é vê-lo (ou melhor, ainda não vi) com outra e outra coisa é saber que ele vai estar indisponível pra sempre. E, pra ajudar, minha vida amorosa é tão agitada como uma concerto de ópera: nunca namorei (e nem cheguei perto mesmo), gostei de um cara (este cidadão em questão) que foi a maior perda de tempo da minha adolescência; depois gostei de outro que só me queria como amiga e depois me apaixonei por outro que é separado, com filho e tá noivo. E pra ajudar, só tem um cara que corre atrás de mim mas tem uma namorada e dificilmente vai largar dela pra ficar comigo. Nota-se que minha habilidade pra me meter em frias, quando se trata de assuntos do coração, supera todas as expectativas.
Bom, o que eu posso fazer? Orar a Deus pra que, nos meus 24 anos que se iniciam no próximo dia 28, minha vida amorosa mehora e sofra um upgrade igual meu micro sofreu.
A semana passou voando e o trabalho, pra variar, me ocupou muito tempo. Pappy tá uma pilha porque chegou o dia da cirurgia. E ontem, foi minha libertação. A formatura oficial do meu ex foi ontem á noite, na igreja e eu acabei indo com a Tina (desci a pé com mammy até a casa dela e a gente até levou uma sandália extra pra não cansar o pé...que cena...minha mãe topa todas). Por incrível que pareça, eu o vi, vi ele com ela, vi ela me encarando e saí viva e inteira de lá. Logico que senti um carinho por ele, mas nada comparado ao que eu sentia antes. Foi tão bom perceber que realmente estou curada. Acho que era isso que estava me faltando: precisava ficar cara a cara com ele pra confirmar que ele não significa mais nada pra mim.
Depois, tivemos churras na edícula de um amigo e ficamos até duas da matina jogando UNO. Muito dez!!! E hoje, tem OSCAR na tv...
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