quarta-feira, 9 de maio de 2007

 Homem Aranha, Homem Aranha, nunca bate, só apanha...

 

Minha mãe costumava cantar essa musiquinha pra mim quando eu era criança e é inevitável não lembrar dela toda vez que estréia mais uma versão do Spider no cinema. Essa estréia foi um caso a parte na saga das estréias de cinema da minha vida por causa de vários fatores “novos” que surgiram no processo.

O primeiro deles é o fato de que eu sempre vou na primeira sessão do sábado e, desta vez, tive que optar pela quarta sessão (16h15) porque tinha que trabalhar; o segundo foi que eu cheguei lá e a visão foi maravilhosa, graças ao excesso de “pequenos” espectadores pentelhos que estavam na fila gigantesca e mal organizada (a altura média da fila não passava do 1,2m); o terceiro novo fator foi que acabei encontrando a Tina no banheiro antes de entrar na sessão e ela fez questão que eu trocasse o ingresso (acabei vendendo na fila mesmo pra uma guria que ficou sem ingresso sabe-lá-Deus-porquê) para acompanhá-la na sessão à noite. Mas a história não acabou por aí.

Fui com a Tina na sessão das 19h00 e cheguei às 18h00 acompanhada de pappy e mammy que desceram de busão comigo e aproveitaram para dar uma voltinha, quebrando uma tradição de dois filmes do Homem Aranha em que eles brigavam (no primeiro filme, eles brigaram e no segundo, meu pai tava fora de casa...quanta diferença! Amém, Senhor!). Consegui um lugar legal, mas começaram a aparecer aqueles amigos de última hora que vem puxar papo na fila pra ficar num lugar melhor e furaram a fila na frente de uma família super fofa que estava atrás de mim (tinha até um tio do gurizinho que foi super gente boa e até fazia meu tipo) e o nervoso não parou por aí porque a sessão mais parecia a hora do espanto com tanta bagunça (a galerinha do fundão jogou até duas almofadas na cabeça do pessoal que tava na frente). A encrenca foi tanta que, no final da sessão, a Tina quis falar com a gerente e eu concordei; até agora, não consigo acreditar que paguei aquele mico com ela e fiz aquela cena de encrenqueira com uma gerente que devia estar exausta de aguentar um dia todo com aquele bando de criança.

Se já não me bastasse a semana que eu tive, com meus altos e baixos de humor que estão tão constantes que estão começando a me preocupar, tinha que encerrar a semana com isso na memória pra morrer de vergonha pra sempre.

As únicas coisas boas do final de semana foram o recado que recebi do Rodrigo Veronese (ou da assessoria dele...que seja) no meu orkut e eu ter conseguido ir na igreja tomar a Santa Ceia, finalmente.

Hoje já é quarta feira e acabei tomando algumas decisões pra tentar colocar minha vida em ordem. Se der tudo certo, eu conto depois.

Nenhum comentário: