E minha semana em Sampa, conhecida como férias na Feira, foram...
Ótimas. Perfeitas. Inacreditáveis. Domingão, encarei a viagem pra Sampa (esperei o chefe das 13h00 às 17h00..rsrs): passamos no escritório pra pegar as coisas, passamos no posto pra abastecer (parou uma ferrari linda do meu lado e o dono estava até com a camisa da ferrari...rsrsrs), pegamos mais um carona e fomos. Na viagem, só risada e altos papos. Chegamos em Sampa por volta das 21h00 e fomos pro Anhembi escutando DISCOTECA DO GALINHA, que tava tocando clássicos como DANÇANDO LAMBADA (o chefe cantava, eu fazia a coreografia e o carona pedia pra descer do carro...rsrsrs). Tudo em ordem no estande, fomos pro hotel. Meu quarto continuava com o mesmo problema de sempre (leia-se tv), mas o quarto do chefe pegava Warner: meu GOLDEN GLOBE estava salvo. Deus ouviu minhas preces mais uma vez. Como já era pra lá das onze, tivemos que pedir comida no hotel mesmo e eu fiquei curtindo a vista da minha sacada e comendo....filé a parmegiana e açaí com banana.
Segundona, encarar a feira já cedo e os problemas de sempre: pegar telefone, fazer a internet funcionar, acertar segurança, buffet, conferir se o pessoal estava bem nos estandes. Eu amo muito tudo isso! O chefe voltou e eu fui contaminada: acabei saindo da feira uma hora e meia depois que ela fecha porque fiquei acertando assuntos do trabalho com um diretor. O jantar foi no restaurante O GATO QUE RI, no Largo do Arouche e foi perfeito porque o lugar é super gostoso e o atendimento é de primeira. Na volta pro hotel, o táxi parou ao lado de um dos canteiros de obra da linha 4 do Metrô...foi só risada e a gente pedindo pro táxi avançar o sinal e não ficar por lá. Conferi o Golden Globe inteirinho e fui dormir pra lá das duas, meio triste porque nem o Leo, nem a Kate e nem o Mark ganharam os prêmios. Deixa pra próxima.
O dia seguinte seria um dos melhores da feira, senão o melhor. Logo de manhã, estava atendendo um pessoal no estande quando vi o meu querido Fran passando pelo nosso estande e espiando...acho que estava me procurando. Fui ao céu e fiquei o dia todo suspirando, entre uma reunião, um atendimento... Daí, no final da tarde, eu passei pelo estande dele e a gente se viu: ele tava no alto da rampa de entrada do estande e desceu só pra falar comigo. Me deu um abraço maravilhoso e a primeira coisa que ele falou foi pedir desculpas por não ter me ligado, justificando que tinha perdido meu celular..rsrsrs.. daí, disse que eu estava linda na igreja de rosa (detalhe: apenas a minha calça era rosa). A gente conversou mais um pouco sobre trabalho e eu tive que voltar pro meu estande, flutuando...Nem curti os seriados da Warner no quarto do chefe (que ficou liberado pra mim, já que ele voltou pra casa) porque a noitada correu solta. Fomos curtir num barzinho da Vila Madalena, o FILIAL (depois de rodarmos quase todas as ruas daquele bairro). Tava tudo perfeito no bar e a gente se divertiu bastante. Até que chegaram uns rapazes que sentaram perto da gente e um, em especial, que sentou na mesa da frente, junto com umas meninas. Esse cara ficou me encarando o tempo todo. Daí, a hora que a gente levantou pra ir embora, ele se arrumou todo na cadeira. Pra sair, tínhamos que passar por trás da cadeira dele: todos passaram e, na minha vez, ele empurrou a cadeira e fechou a passagem. Me perguntou se eu já estava indo; eu disse que sim; perguntou se podia saber meu nome; eu disse; perguntou se podia ter meu telefone; eu disse pra deixar pra próxima. Minha primeira cantada na cara dura e eu dei o fora. O pessoal viu tudo e ria sem parar.
A quarta feira começou muito bem: tive que acordar às seis da matina (fui dormir às três) pra lavar o cabelo, fazer escova e chapinha e encarar uma reunião às 08h30 na feira (fui representar o chefe que não pode chegar a tempo); a reunião correu perfeita, principalmente por aquela vista maravilhosa que é o Rafa (que fez as apresentações). Depois, teve uma apresentação em inglês de uma feira alemã e daí, eu fui pro estande porque a outra reunião era só pra diretoria. O Fran desfilou na frente do meu estande várias vezes mas eu não consegui falar com ele uma vezinha sequer; passei no dele várias vezes também e só consegui cumprimentá-lo uma vez. A única hora que a gente tava perto de conseguir se falar (o movimento tava pequeno) chegou uma chefona que participou da reunião de manhã e que veio me pedir desculpas por não terem permitido que eu participasse da mesma reunião. Tive que atendê-la e fiquei sem falar com ele. O resto da noite foi normal porque fui pegar um shopping com o chefe que tinha voltado e fazer as compras da viagem.
A quinta feira que parecia que ia ser sem graça porque eu achei que tivesse ido embora, ficou ótima porque a Miriam(a moça do estande) foi pedir brinde pra ele no meu nome e ele disse que precisava do meu numero de celular. Eu fui lá, a gente conversou e ele pegou meu numero...de novo. Disse que ia me ligar. Estou esperando.
A volta foi só risada. Minha porta veio aberta metade do caminho; achei que tivesse perdido o celular mas estava sentada em cima dele; o chefe tirou sarro do arroz que eu comprei pra ajudar um menino pedinte (que sumiu na hora que eu fui entregar a doação). Chegamos depois das duas da matina e eu tive a manhã de hoje de folga.
Fui na igreja e tinha esperanças de ver o Fran. Não vi. Oro a Deus pra não quebrar a cara de novo.
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