domingo, 28 de janeiro de 2007

 Como Perder um Homem...

 

Se ele nunca foi seu. É verdade, gente. Mais uma vez lá fui eu pra quebrar a cara de novo e descobrir que o princípe encantado não era tão encantado assim. Ou pelo menos é...pra outra.

Sabe o cara da feira? O Fran? Aquele que pediu meu telefone, falou que ia ligar, que ia me dar brinde da Converse e tal? Bom, consegui fontes seguras da igreja que ele frequenta e descobri ótimas novidades dele. Nº 1: Já foi casado. Nº 2: tem um filho de uns 15 anos. Nº 3: tem uns 38 anos e é convertido há pouco tempo. Nº 4 (e pior de todas): TÁ NOIVO!! Detalhe: A noiva NÃO SOU EU.

Ai, meu mundo acabou. A casa caiu. Chorei que nem uma condenada no telefone do salão do escritório, desabafando as pitangas com mammy. Claro que ela me disse “ Eu te falei”; “Eu não disse”. Mas quem disse que a gente ouve alguém quando tá afim  de um cara? Ainda mais que eu que começo a sonhar com o namoro assim que ele me fala oi.

Bom, fato é que resolvi dar a volta por cima e fechar pra balanço mais uma vez. Foco agora na vida espiritural, família e trabalho. E ponto.

Agora, tem a operação do meu pai que tá aí e a gente tem um monte de coisa pra se preocupar. Tem também as contas pra pagar, que esse mês vieram maiores que o esperado. E tem....o show do Roupa Nova que eu vou! Yes!!!!!!!

É, aproveitando essa fase de “fechada pra balanço”, resolvi que preciso cair na noite uma vez por mês. Pelo menos. Pra começar, já que nunca fui muito baladeira. Justo agora que eu queria ir numa casa badalada daqui me falam que o lugar virou farra de gangue...vou ter que escolher outra opção. A verdade é que, por essa semana, estourei minha cota por duas semanas.

Na quinta, fui na despedida de uma amiga minha que conseguiu uma super oportunidade de trabalho na Tailândia. Seis meses trabalhando com um dos estilistas da Iódice. E ainda com a garantia do emprego dela aqui, na hora que ela voltar. Se ela voltar, é claro. A baladinha foi com a galera do trabalho dela e mais um monte de gente que eu nem conhecia. Não fiquei até muito tarde porque tinha que trabalhar no dia seguinte. Mas valeu por ter saído.

O sábadão foi na igreja e depois sessão pipoca na casa da Me pra conferir o dvd da peça DIVAS NO DIVÃ. Muito show! Conheci o novo seminarista da igreja e o carinha é muito gente boa. Ele falou sobre estarmos decepcionados com Deus, justamente por sermos da geração fast food que quer tudo na hora e não tem paciência pra esperar. E com Deus, a coisa não funciona assim né?!

Vou parar por aqui porque tenho um mundo de coisa pra fazer. Bjs.

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