Pular para o conteúdo principal

A saga dos casamentos - parte eu-não-sei-mais-qual-é

Oi, tudo bem?

Bem, amigos da Rede Globo, estamos aqui de volta com mais um episódio da saga dos casamentos. Acharam que tinha acabado? Acharam que não tinha mais ninguém para se casar no meu círculo de amigos? Ledo engano, meus caros.

Esse ano eu já tive um casamento de uma grande amiga, enquanto o garoto estava com o braço engessado. Depois, no mês passado, tivemos uma pequena cerimônia para ir de uma estagiária do nosso trabalho que optou por fazer apenas a cerimônia religiosa aberta para todos e ofereceu a festa apenas para os padrinhos. Foi bem simples e eu achei bem legal, principalmente a atitude dos noivos de agradecer do altar a todos os convidados presentes por comparecerem em um momento tão especial para eles. 

E ainda tinha mais um casamento de uma moça que trabalha com a gente que foi no último final de semana. O casamento já estava previsto para ser bem original porque a família dela é de origem católica e a família dele é das igrejas evangélicas bem tradicionais, super antiquadas. Então, os noivos optaram por fazer uma cerimônia civil em um salão de festas, sem nenhuma conotação religiosa.

Dentro da nosso setor, nos últimos tempos, houve uma divisão entre as madrinhas do casamento e as que seriam apenas meras convidadas. Começou uma competição para ver quem aparecia mais, quem era "a melhor" e o clima foi ficando cada vez mais chato. Resolveram dar palpite até no que iríamos dar de presente para os noivos, julgando que nosso presente era muito simples e a noiva merecia mais. Porém, temos um tipo de cota que cada um sempre contribui para dar um presente em conjunto e utilizamos a mesma cota, porém como estávamos em menos pessoas, o presente foi barato que das outras vezes. A fim de quebrar o clima chato, uma das meninas-convidadas até se ofereceu para fazer um chá para a noiva,  mas a noiva disse que não queria nada disso. Porém, na semana do casamento, resolveram que iriam fazer um chá-bar para familiares e padrinhos. E, como uma das madrinhas ajudou a organizar, a festa acabou ficando para poucos convidados, além dos familiares e padrinhos, que não nos incluía.

O fato da noiva chamar outras pessoas que não fosse a gente era o de menos, porque eu penso que o dia é dela e ela tem o direito de convidar quem quiser, sem ter que dar satisfação para ninguém. Mas o difícil foi aguentar as madrinhas falando do casamento, da festa, do chá e repetindo o refrão que era "só para os melhores", "para pessoas exclusivas", como se nós não fossemos nada disso.

Por fim, o pessoal estava quase desanimando de ir no casamento e uma das meninas realmente não foi no dia por todos esses motivos. Eu topei ir com o garoto, seguindo a filosofia que "comida, bebida e diversão de graça não se despreza".

Chegamos cedo no casamento porque a cerimônia estava marcada para começar uma hora depois para garantir que todos os convidados estariam presentes quando o juíz de paz chegassem. As mesas eram marcadas e a noiva fez o favor de colocar todas as "convidadas" do nosso setor juntas, graças a Deus. O lugar em que estava a nossa mesa era do lado dos brinquedos das crianças - haja paciência para aguentar a gritaria daqueles anjinhos - e estava muito perto da porta, o que garantia que o frio estava pegando pesado pro nosso lado.

Sobre a cerimônia em si... bem, pode me chamar de antiquada, careta, quadrada, religiosa, crente, sei-lá-o-quê. Mas eu achei que faltou algo de sagrado. Houve uma intervenção artística, na qual dois atores interpretaram o Auto da Barca do Inferno e terminaram contaram a história dos noivos. Do lugar onde estávamos, nem deu para ver a parte do juíz. Faltou um Pai Nosso ou uma oração simples que seja para pedir a benção de Deus sobre o casal. Afinal, católicos e evangélicos acreditam em Deus e oram o Pai Nosso; não ia causar constrangimento à nenhuma das famílias.

O buffet não estava muito do meu gosto também. Sinceramente, sou acostumada à casamento de pobre, que serve arroz, carne e batata frita. Os petiscos eram muito requintados e só servidos em pequenas porções. O serviço de bebida estava péssimo porque ficamos quase duas horas sem uma garrafa de água na mesa: tinha que ficar pedindo para o garçom repor, já que ele só fazia de tirar as vazias.

O garoto pediu para irmos embora por causa do frio; o coitado acabou tendo uma intoxicação alimentar no dia seguinte. Mas, dados todos os problemas e transtornos, até que conseguimos rir bastante e a hora passou rapidinho.

Ainda teremos mais episódios da saga dos casamentos, viu?! Não acabou por esse ano ainda....


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tag de tudo um pouco

Oi, tudo bem?
A Mila me indicou nessa tag e eu amo participar de blogagens coletivas e tags, então... vamos lá:
Regras Deve indicar 11 blogs com menos de 500 seguidores; Colocar o selo da Tag; Colocar os créditos ao blog Atrás da Penteadeira; Colocar o blog que te indicou.


Perguntinhas 1- Qual seu estilo musical preferido? Boa pergunta...geralmente, gosto do que está tocando no rádio..se for pop rock, melhor ainda.
2- Qual peça de roupa é sua queridinha no momento? Meus shortinhos de calor, fresquinhos e floridos para ficar em casa de bobeira.
3- Qual de seus esmaltes é o mais divo? Marca e cor. Babado Forte, da linha Color Trend da Avon
4- Shorts ou saia? Por quê? Sempre shorts, não muito curto. Saia só se for longa.
5- Cabelo liso ou cacheado? Sempre cacheado
6- Salto ou sapatilha? Depende da ocasião.
7- Brigadeiro ou sorvete? No verão, um bom picolé de limão. No inverno, o brigadeiro de panela é imbatível.
8- Doce ou salgado? Depende do humor do meu estômago.
9- Como você define seu estilo? Casual.
10- Você…

Resenha - Melhor do que comprar sapatos

Oi, tudo bem?
Segundo livro do ano.. em março #vergonha.
Arrisquei no título Melhor do que comprar sapatos, da Cristiane Cardoso, publicado pela Editora Unipro.
Não sei se você já ouviu falar dela: filha do bispo Edir Macedo (já torceu o nariz?), casada com o Renato Cardoso, é apresentadora do Escola do Amor na Rede Record (torceu o nariz de novo?).
O livro, segundo o site da Livraria Cultura, não é simplesmente uma coletânea de artigos sobre a essência da mulher. O objetivo de sua autora, Cristiane Cardoso, é ir além e promover a transformação real do leitor, de dentro para fora. Sabendo que mudanças não acontecem da noite para o dia com a simples leitura de um livro, Cristiane aborda temas de importância para toda mulher. E todos esses temas apontam para o fato de que é preciso enxergar a vida mudando a nossa perspectiva. A partir dessa atitude, a autora defende que é possível ser uma mulher melhor em todos os sentidos. Como lidar com seus problemas? Quando um relacionamento funciona? C…

Fim

Oi, tudo bem?
Em 13 de janeiro de 2005, comecei um humilde blog (ainda no dominio zip.net da UOL) que viria durar mais de dez anos e contar com quase cem mil visualizações. Não sei se são números expressivos para alguns, mas para mim, são demais!!!!
Fiz muitos amigos (virtuais e reais) e pessoas especiais entraram na minha vida por causa desse blog. Conselhos, piadas, dicas... compartilhamos muitas coisas desde 2005.
Nestes mais de dez anos, muita coisa aconteceu. Eu mudei muito, mais muito mesmo, daquela garota de 2005: altos e baixos. Perdi, ganhei. Vivi pequenas e grandes vitórias. Sofri pequenos e grandes tombos. Realizei sonhos – alguns que eu nem imaginava realizar. Cresci em todos os setores: pessoalmente, profissionalmente e fisicamente (mais pros lados do que pra cima hehehe). E compartilhei tudo que foi possível pelos blogs, pela escrita. 
Mas, de uns tempos pra cá, as redes sociais como um todo tem me chateado muito e, particularmente por alguns episódios que tive que presencia…